O sucesso profissional exige muito mais que um certificado

Estudar para ser aprovado em uma prova de certificação não garante o sucesso profissional, embora seja uma condição importante no mercado de trabalho. O que determina o sucesso profissional é a capacidade de execução. Infelizmente, não existe uma certificação de “execução”. Para evidenciar esse viés profissional é necessário participar de projetos, executar atividades, medir o desempenho e registrar os feedbacks das avaliações de desempenho. Ainda assim, não é suficiente para o sucesso profissional. É necessário saber trabalhar em equipe, ter resiliência, visão holística, capacidade de criar cenários prospectivos e habilidade para influenciar nas variáveis que transformam o futuro. Ainda não é suficiente. É necessário definir um proposito para a sua carreira profissional e fazer com que o mercado reconheça isso através de ações de marketing pessoal. Enfim, ter sucesso profissional exige planejamento e capacidade de execução, muito mais que um certificado. Continue lendo “O sucesso profissional exige muito mais que um certificado”

A retomada da indústria no Brasil será baseada na quarta revolução indústria

Acredito que a partir de 2019 o cenário político e econômico estará atrativo para estimular investimentos na indústria. Os novos projetos devem contemplar os novos paradigmas do mercado, como o consumo sustentável e preferência por produtos personalizados dos mais jovens e gastos mais comedidos dos mais velhos para garantir uma poupança para uma vida financeira mais estável, incluindo planos para a aposentadoria. Teremos uma redução da demanda de produtos físicos industrializados, principalmente os massificados. Isto pode transformar o conceito de globalização, fazendo que os produtos sejam produzidos localmente, para atender no menor tempo possível o consumidor e custos logísticos. Continue lendo “A retomada da indústria no Brasil será baseada na quarta revolução indústria”

O desafio para superar a geração “devagar” para aumentar a competitividade

Em uma entrevista, Roberto D’Avila perguntou a Bibi Ferreira (94) qual a diferença do mundo na sua juventude e agora, ela respondeu que no passado o mundo era mais “devagar”. Ao que parece nossas instituições públicas, algumas alas da sociedade e empresas ainda vivem no passado, se movimentando lentamente. O esforço dos “velozes” para superar os entraves colocados pelos “lentos” é muito maior que em outros países, reduzindo nossa competitividade. O resultado é a queda contínua do Brasil no ranking de competitividade mundial, monitorado pelo Fórum Econômico Mundial. Em 2016, passamos a ocupar a 81ª posição, perdendo 33 posições em quatro anos.

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