A crise econômica se agravará se não mudarmos nossas habilidades pessoais e profissionais

Muitos culpam os governos pelas crises econômicas em vários países, talvez sejam culpados por tentarem proteger os modelos de negócios antigos e os empregos ultrapassados dos trabalhadores. A tecnologia da informação, incluindo Internet e alto poder de processamento dos computadores, transformam os negócios e o comportamento das pessoas em uma velocidade jamais vista na história. A velocidade de adoção de novas tecnologias é mais rápida que a capacidade das pessoas se adaptarem a nova realidade econômica, gerando desemprego, redução de renda e empresas tradicionais em dificuldades financeiras. Quanto mais as pessoas demorarem para adquirir novas habilidades pessoais e profissionais mais sofreram com o desemprego, as empresas seguirão problemáticas, crescerão os conflitos sociais e a insegurança. A solução para a crise econômica está nas pessoas e na capacidade de juntas encontrarem novos caminhos para um crescimento sustentável da sociedade.

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Eduardo Fagundes

Eduardo Fagundes é um empreendedor polivalente, pesquisador e professor de tecnologias emergentes e negócios sustentáveis. Desenvolve projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) na área de inteligência artificial e automação na Universidade Mackenzie. Professor de estratégias de negócios sustentáveis no MBA da FIAP. Professor dos cursos de pós-graduação de Big Data e Governança de TI da Universidade Mackenzie. Lidera projetos de infraestrutura e governança de Data Centers. Desenvolveu e ministra o curso online e projetos de Cidades Inteligentes. Atua como external advisor em projetos de tecnologias emergentes (ex. IoT e Smart Cities) em consultorias de renome internacional. Como engenheiro, desenvolve projetos de eficiência energética e geração distribuída. Palestrante em congressos nacionais e internacionais. Escreveu o livro “Como Ingressar nos Negócios Digitais” em parceria com o SEBRAE. Foi gerente de TI da Ford Motor Company na América do Sul e CIO da AES Brasil, controladora da AES Eletropaulo e AES Tietê. Desenvolveu projetos na Alemanha, Argentina, Estados Unidos, Índia, Inglaterra e Itália. Fundou três startups.
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