A tecnologia 5G eliminará os aplicativos móveis?

A grande estrela do CES 2017, a maior feira de conectividade do mundo, em Las Vegas (EUA), será a tecnologia 5G, que substituirá a tecnologia 4G em 2020. A 5G permitirá a conexão de milhões de usuários com taxas de transmissão de 100Mbps em regiões metropolitanas e 1Gbps em andares de escritórios. Uma característica importante é a latência entre 1 e 10ms, limitada a velocidade da luz, permitindo a monitoração e controle em tempo real de carros e outros sistemas de missão crítica que exigem respostas imediatas. Impulsionará aplicações de Internet of Things (IoT) permitindo a conexões de milhões de dispositivos para aplicações M2M (machine-to-machine). Isto exige uma revisão da estratégia da arquitetura das aplicativos móveis. A história mostra que aplicações em duas ou três camadas (apresentação, processamento e base de dados) foram substituídas pelos navegadores de Internet quando as taxas de transmissão aumentaram e permitiram maior transferência de dados. A história se repetirá?

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Eduardo Fagundes

Eduardo Fagundes é um empreendedor polivalente, pesquisador e professor de tecnologias emergentes e negócios sustentáveis. Desenvolve projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) na área de inteligência artificial e automação na Universidade Mackenzie. Professor de estratégias de negócios sustentáveis no MBA da FIAP. Professor dos cursos de pós-graduação de Big Data e Governança de TI da Universidade Mackenzie. Lidera projetos de infraestrutura e governança de Data Centers. Desenvolveu e ministra o curso online e projetos de Cidades Inteligentes. Atua como external advisor em projetos de tecnologias emergentes (ex. IoT e Smart Cities) em consultorias de renome internacional. Como engenheiro, desenvolve projetos de eficiência energética e geração distribuída. Palestrante em congressos nacionais e internacionais. Escreveu o livro “Como Ingressar nos Negócios Digitais” em parceria com o SEBRAE. Foi gerente de TI da Ford Motor Company na América do Sul e CIO da AES Brasil, controladora da AES Eletropaulo e AES Tietê. Desenvolveu projetos na Alemanha, Argentina, Estados Unidos, Índia, Inglaterra e Itália. Fundou três startups.
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