O que aprendemos com a corrida espacial que levou o homem à Lua?

Em 20 de julho de 1969 o homem pousava na superfície da Lua. A missão Apollo 11 com a alunissagem de Neil Armstrong e Buzz Aldrin marcou a supremacia da engenharia, a eficiência de um modelo de gerenciamento de projeto e, mais importante, a capacidade humana de atingir objetivos ambiciosos. Outras missões tripuladas voltaram para a Lua e, depois disso, o interesse desapareceu. Durante o desenvolvimento do projeto, na intrigante e criativa década de 60, foram criados novos materiais, novas tecnologias, modelos de gestão e novos testes para avaliar a capacidade humana de enfrentar o desconhecido. Missões foram lançadas ao espaço para testar os protótipos, milhares de pessoas foram envolvidas no projeto e bilhões foram gastos. Este movimento de desenvolvimento tecnológico, associado com a Guerra Fria, gerou movimentos culturais igualmente singulares, como o movimento de contracultura hippie. Também, foram criadas séries para a televisão memoráveis como Jornada nas Estrelas, Perdidos no Espaço, O agente da UNCLE, The Jetsons, além do filme 2001 Uma Odisseia no Espaço. Mas afinal, o que aprendemos com todos estes movimentos? Continue lendo “O que aprendemos com a corrida espacial que levou o homem à Lua?”

Novas tecnologias eliminam a necessidade de Data Centers Tier IV

Durante anos o desejo de todo CTO era ter um data center tier IV, classificação máxima da Uptime Institute, para atender aos negócios com 99,995% de disponibilidade (26 minutos de indisponibilidade por ano). O paradigma era conseguir através da redundância de todos os artefatos de infraestrutura, incluindo fornecedores diferentes para evitar pontos únicos de falha. Isso exigia enormes investimentos e somente em raríssimos caso era justificável. O paradigma começou a mudar com a virtualização de servidores e depois com a introdução do Hadoop, infraestrutura para Big Data, que usa um conceito diferente de armazenamento e processado de dados distribuído, incluindo redundância na gravação de registros. Estas novas tecnologias permitem uso de servidores mais baratos. Lembrando que muitos softwares para grandes instalações são open source, eliminando a necessidade de controlar licenças por servidor ou, absurdamente, por CPU. Agora, com a difusão do Blockchain, tecnologia que permite o armazenamento de dados distribuídos em vários data centers de diferentes fornecedores, reduz-se a necessidade de caros data centers tier IV. Continue lendo “Novas tecnologias eliminam a necessidade de Data Centers Tier IV”

O fim dos Data Centers Corporativos nas empresas

A ODATA começa a operar seu data center em Santana de Parnaíba (SP) e anunciou investimentos na Colômbia, Chile, Peru, Argentina e México. A Mandic compra parte das operações da Ascenty, que passa a se dedicar a infraestrutura e conectividade. A Angola Cables inicia a construção de um Data Center em Fortaleza. Os investimentos envolvem centenas de milhões de dólares que são aportados por fundos nacionais e internacionais. A grande oferta de serviços de data centers criar maior competição, melhoria de serviços e custos mais justos. Isto começa a inviabilizar a manutenção dos data centers nas empresas, principalmente, com um cenário de baixo crescimento econômico, onde as empresas precisam reduzir custos.  
Os maiores serviços de data centers globais, como AWS da Amazon, Google Cloud e Azure da Microsoft começam a ser atacados por empresas menores em áreas de nicho, como colocation e prestação de serviços de monitoração de aplicações. Outra solução de nicho é ofertar ERPs com serviços de data centers integrados, tirando os altos custos de upgrades de versão da conta dos cientes. Continue lendo “O fim dos Data Centers Corporativos nas empresas”