Baixa participação de mulheres na gestão de TI no Brasil

O importante prêmio de destaques de CIOs promovido pela IT Mídia mostrou a baixa participação de mulheres na gestão de TI no Brasil. Apenas 10% dos destaques eram mulheres, dentre 21 indicados, e igual percentual foram as vencedoras em duas categorias. Isto o mostra o mercado dominado pelos homens e baixa diversidade nas empresas. Na TI, pouca diversidade pode reduzir a criatividade das soluções e perpetuar antigos vícios organizacionais. Imagine, apenas por hipótese, que um CIO não queira arriscar mover seu BI (Business Intelligence) para Big Data & Analytics. Certamente, ele encontrará razões de sobra para convencer a alta direção da empresa da sua opinião, perdendo enormes benefícios de alavancagem da empresa. Continue lendo “Baixa participação de mulheres na gestão de TI no Brasil”

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Terceirize ou automatize todos os processos repetitivos

Quase todos os processos que possam ser repetidos deixam de agregar valor à empresa, principalmente quando você ultrapassa os 80% de eficiência. Se você desenvolveu um processo inovador e eficiente, a concorrência irá copia-lo em pouco tempo, deixando de ser o fator de competitividade da sua empresa. Isso significa que você não pode dedicar grandes esforços para administrar processos já consolidados. Nestes casos, terceirize ou automatize.

Na maioria dos casos, a primeira opção é automatizar os processos. As novas tecnologias de inteligência artificial e RPA – Robotic Process Automation – garantem uma eficiência maior que as pessoas, quando os processos são repetitivos. O custo é menor, considerando todo o ciclo de gestão de pessoal, incluindo contratação, benefícios, aspectos legais e desperdícios de tempos internos. Continue lendo “Terceirize ou automatize todos os processos repetitivos”

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São Paulo crescerá mais se os prefeitos assumirem a responsabilidade pela qualidade da energia

O estado de São Paulo possui uma das maiores economias da América do Sul. Apenas a cidade de São Paulo, se fosse um país seria a 34ª maior economia do mundo e a quinta na América do Sul. O estado de São Paulo lidera o ranking de “estados do futuro” na América do Sul, segundo a FDI Magazine do grupo do Financial Times. Logicamente, quem pretende investir no Brasil, o estado e a cidade de São Paulo são as primeiras opções para se avaliar. Um dos principais indicadores para a seleção de uma cidade para se investir é a qualidade da energia, que é a segunda maior despesa em muitas empresas, perdendo apenas para a folha de pagamento. Neste quesito, a cidade de São Paulo perde para outras regiões do estado. Uma opção que pode ser mais atraente é Campinas, considerada o Vale do Silício Brasileiro, segundo a mesma publicação do Financial Times. O aumentar da velocidade de crescimento das cidades só acontecerá se os prefeitos articularem parcerias com as concessionárias para criar uma infraestrutura eficiente para atrair novos investimentos, incluindo a qualidade da energia elétrica. Continue lendo “São Paulo crescerá mais se os prefeitos assumirem a responsabilidade pela qualidade da energia”

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A vulnerabilidade do setor elétrico brasileiro

Os dirigentes das empresas do setor elétrico e o governo contam com a sorte no caótico cenário de segurança da informação no Brasil. Os centenários sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia contam com poucas defesas cibernética e utilizam equipamentos desprovidos de artefatos de segurança contra ataques de hackers. O argumento é que como as redes são privadas e isoladas, onde a probabilidade de um ataque seria reduzido. Infelizmente, este argumento não é válido, pois a maioria das violações de segurança nas empresas são internos, sejam intencionais ou não. As falhas humanas são responsáveis pela maioria dos incidentes no nas empresas. A grande expectativa é que investimentos em redes inteligentes possam resolver este problema. Entretanto, os investimentos são pequenos nesta área, praticamente, os que existem são financiados por verba obrigatórias de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Aneel. As empresas alegavam que como a Aneel se recusa a amortizar os investimentos nas tarifas, eles deixam de ser atraentes. Tentar discutir com as empresas do setor que isto aumentaria a segurança e reduziria os gastos de operação não funciona, pois elas já não cumprem os índices de qualidade de serviço da Aneel e o modelo de revisão tarifária penaliza quem reduz custos operacionais. Ou seja, apesar de existir um potencial risco de ataques de hackers, que prejudicaria milhões de pessoas, não existe uma iniciativa concreta para resolver o problema.  Continue lendo “A vulnerabilidade do setor elétrico brasileiro”

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Linearidade é coisa dos velhos tempos

Confesso que estou escrevendo este post com um espírito de revolta. Não aguento mais a linearidade das coisa. O raciocínio das pessoas e as ferramentas de planejamento seguem uma linha cartesiana, influenciado por inúmeros dogmas e paradigmas criados por pessoas que conseguem influenciar outras, ou pela força ou com habilidades de persuasão. No mundo dos negócios, a linearidade define ações previsíveis que são facilmente copiadas e neutralizadas pela concorrência. Afinal, se todos usam os mesmos de modelos e possuem os mesmos paradigmas o resultado será sempre o mesmo. Temos que criar soluções realmente disruptivas que mudem os dogmas e paradigmas. Continue lendo “Linearidade é coisa dos velhos tempos”

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