Indústria 4.0 e IA são saídas viáveis para o crescimento do Brasil

O Brasil está fora das cadeias internacionais de suprimentos no mundo globalizado. Na reunião de fechamento do Fórum Econômico Mundial 2017 em Davos, em 62 minutos de sessão, sequer foi mencionado. Nosso PIB deve crescer 0,2% em 2017, segundo o FMI. A retomada dos empregos será tímida em 2017 e espera-se uma maior velocidade de crescimento a partir de 2018, aposta a FIESP. A política de Donald Trump para os Estados Unidos pouco afetará o Brasil, porém algumas medidas de revitalização da indústria e infraestrutura devem ser observadas. O Brexist no Reino Unido deve ser acompanhado para avaliar seus resultados no médio e curto prazo. A previsão de investimentos estrangeiros no Brasil para 2017 é de US$75 bilhões, segundo o Banco Central. Neste cenário, parece que temos que nos virar sozinhos. A revitalização da nossa indústria deve ser baseada em robotização extrema e uso de inteligência artificial (IA) para otimizar custos e encontrar novas oportunidades de negócios. Continue lendo “Indústria 4.0 e IA são saídas viáveis para o crescimento do Brasil”

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Recarga de energia grátis da Tesla chega ao fim para novo carros

Um dos atrativos dos carros elétricos da Tesla era a recarga de energia gratuito nos Supercharges. Isso assegurava longas viagens e impulsionou a venda dos carros. Com a popularização dos carros elétricos, começaram as longas filas para carregar os carros. Com isso a Tesla passará a cobrar pela recarga dos novos carros a partir de 15 de janeiro de 2017, dando uma franquia inicial de 400kWh, suficiente para rodar 1.600 quilômetros. O anúncio afirma que o preço será menor que abastecer com gasolina. Isso coloca uma pauta uma discussão sobre o cenário futuro dos carros elétricos. Continue lendo “Recarga de energia grátis da Tesla chega ao fim para novo carros”

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A consolidação do assistente inteligente Alexa da Amazon.com

O Alexa é um assistente pessoal inteligente desenvolvido pela Amazon.com que se tornou popular a partir da aplicação Echo. Ele tem a capacidade de interação de voz, reprodução de música, fazer listas de tarefas, configurar alarmes, fazer podcasts, reproduzir audiobooks e fornecer informações meteorológicas, de trânsito e outras informações em tempo real.

Aparentemente, a questão dos sistemas operacionais para dispositivos móveis já está resolvida: iOS para a Apple e Android. Algumas empresas como a Microsoft e Amazon tentaram lançar novos sistemas operacionais, porém fracassaram. A Blackberry chegou a ser líder no mercado, mas não resistiu ao modelo de negócio da Apple e Google. Ou seja, não vale mais a pena investir nesse segmento. Continue lendo “A consolidação do assistente inteligente Alexa da Amazon.com”

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A tecnologia 5G eliminará os aplicativos móveis?

A grande estrela do CES 2017, a maior feira de conectividade do mundo, em Las Vegas (EUA), será a tecnologia 5G, que substituirá a tecnologia 4G em 2020. A 5G permitirá a conexão de milhões de usuários com taxas de transmissão de 100Mbps em regiões metropolitanas e 1Gbps em andares de escritórios. Uma característica importante é a latência entre 1 e 10ms, limitada a velocidade da luz, permitindo a monitoração e controle em tempo real de carros e outros sistemas de missão crítica que exigem respostas imediatas. Impulsionará aplicações de Internet of Things (IoT) permitindo a conexões de milhões de dispositivos para aplicações M2M (machine-to-machine). Isto exige uma revisão da estratégia da arquitetura das aplicativos móveis. A história mostra que aplicações em duas ou três camadas (apresentação, processamento e base de dados) foram substituídas pelos navegadores de Internet quando as taxas de transmissão aumentaram e permitiram maior transferência de dados. A história se repetirá?

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Pouca inovação das empresas brasileiras dificulta a retomada da economia

Uma pesquisa do IBGE mostrou que apenas 36% das 132.529 empresas com mais de dez empregados adotou alguma prática de inovação em seus produtos entre 2012 e 2014. No período de 2006 a 2088 o percentual era de 35,7%. Uma outra pesquisa, da ABDI, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, comparou o último trimestre de 2015 e o primeiro trimestre de 2016. Nessa pesquisa, realizada com empresas com mais de 500 empregados, o percentual caiu de 44,9% para 37,6%. O que se nota é que independente do cenário econômico e político a inovação não é prioridade para as empresas. Em não criar uma cultura de inovação as empresas têm uma enorme dificuldade para manter sua competitividade, enfrentar períodos de crise de econômica e acompanhar as transformações tecnológicas e comportamentais do mercado. Obviamente, colocar a culpa no governo, nos altos impostos e na crise internacional de 2008 é a forma mais confortável para justificar a incompetência. Continue lendo “Pouca inovação das empresas brasileiras dificulta a retomada da economia”

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