Pouca inovação das empresas brasileiras dificulta a retomada da economia

Uma pesquisa do IBGE mostrou que apenas 36% das 132.529 empresas com mais de dez empregados adotou alguma prática de inovação em seus produtos entre 2012 e 2014. No período de 2006 a 2088 o percentual era de 35,7%. Uma outra pesquisa, da ABDI, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, comparou o último trimestre de 2015 e o primeiro trimestre de 2016. Nessa pesquisa, realizada com empresas com mais de 500 empregados, o percentual caiu de 44,9% para 37,6%. O que se nota é que independente do cenário econômico e político a inovação não é prioridade para as empresas. Em não criar uma cultura de inovação as empresas têm uma enorme dificuldade para manter sua competitividade, enfrentar períodos de crise de econômica e acompanhar as transformações tecnológicas e comportamentais do mercado. Obviamente, colocar a culpa no governo, nos altos impostos e na crise internacional de 2008 é a forma mais confortável para justificar a incompetência. Continue lendo “Pouca inovação das empresas brasileiras dificulta a retomada da economia”

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2030: O ano mais esperado do século

O ano 2030 será impressionante. Vários eventos importantes estão previstos, como a suspensão da fabricação de carros a combustão na Alemanha, o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis da ONU (ODS), supercomputadores com software de Inteligência Artificial pensando como humanos, consolidação da quarta geração da indústria, novos modelos de negócios apoiados em novas tecnologias (IoT, Big Data, IA, etc.), e a grande expectativa da primeira missão tripulada à Marte. Outra expectativa, não muito interessante, é o aumento da temperatura da Terra e os eventos extremos climáticos e conflitos por água potável decorrentes deste fenômeno. Essas previsões para 2030 são convergentes e fortemente relacionadas. Continue lendo “2030: O ano mais esperado do século”

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2016 ano da Inteligência Artificial, DevOps e Metodologias Ágeis

Eles estão chegando… softwares de Inteligência Artificial tomaram a cena das discussões tecnologias e, quem diria, das econômicas. Os gigantes da indústria de TI já disponibilizam serviços de computação cognitiva, como o Watson da IBM, vários experimentos da Google (incluindo o Allo) e Microsoft. Facebook, Twitter, Pinterest e outros já incorporam funcionalidades de IA. Isso nos leva a acreditar que os Apps para smartphones estão com seus dias contados, sendo substituídos pelos Chatterbot (ou Chatbot), que estabelecem conversas de áudio e texto com as pessoas. Continue lendo “2016 ano da Inteligência Artificial, DevOps e Metodologias Ágeis”

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Parceria entre a BMW e IBM Watson

As grandes montadoras estão se movendo para o novo contexto de mobilidade, os carros autônomos. A parceria entre a IBM e a BMW avança na implementação dos carros sem motorista com o uso intensivo de IoT, Internet os Things, e computação cognitiva. Lembrando que a Alemanha abolirá a fabricação de carros a combustão em 2030 e a circulação desses carros até 2050, substituindo por carros elétricos, principalmente. Até lá, quem sabe teremos uma outra tecnologia, já que em 2030 também teremos a primeira viagem tripulada para Marte e novas tecnologias estão sendo desenvolvidas. Ficar de fora deste novo contexto tecnológico é declarar o fim da empresa no médio e longo prazo. Continue lendo “Parceria entre a BMW e IBM Watson”

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A crise econômica se agravará se não mudarmos nossas habilidades pessoais e profissionais

Muitos culpam os governos pelas crises econômicas em vários países, talvez sejam culpados por tentarem proteger os modelos de negócios antigos e os empregos ultrapassados dos trabalhadores. A tecnologia da informação, incluindo Internet e alto poder de processamento dos computadores, transformam os negócios e o comportamento das pessoas em uma velocidade jamais vista na história. A velocidade de adoção de novas tecnologias é mais rápida que a capacidade das pessoas se adaptarem a nova realidade econômica, gerando desemprego, redução de renda e empresas tradicionais em dificuldades financeiras. Quanto mais as pessoas demorarem para adquirir novas habilidades pessoais e profissionais mais sofreram com o desemprego, as empresas seguirão problemáticas, crescerão os conflitos sociais e a insegurança. A solução para a crise econômica está nas pessoas e na capacidade de juntas encontrarem novos caminhos para um crescimento sustentável da sociedade.

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