A Metodologia 5S e a Gestão de TIC

A metodologia 5s é utilizada para melhorar a produtividade das pessoas e organizações. Foca na redução do tempo de acesso as coisas necessárias para o trabalho, na redução de despesas com materiais e equipamentos, na melhoria de qualidade de produtos e serviços e na satisfação das pessoas com o trabalho. O 5S pode ser aplicado em qualquer ambiente de trabalho, nos setores de serviços, manufatura e primário. Os 5S são: Seiri: Senso de Utilização; Seiton: Senso de ordenação; Seiso: Senso de limpeza; Seiketsu: Senso de saúde ou de limpeza organizada; Shitsuke: Senso de autodisciplina. Esse artigo discute o 5S dentro do contexto das organizações de TI e telecomunicações.Continue a ler »A Metodologia 5S e a Gestão de TIC

A complexa alavancagem da tecnologia IoT no Brasil

A tecnologia de IoT é compreendida e acessível, literalmente, por todos. Desde crianças desenvolvendo robôs até a grande indústria implantando automação extrema. Existem pontos a melhorar, tais como segurança e definição de protocolos para diferentes setores econômicos para atender suas características de negócios. Tecnicamente, a evolução da tecnologia deve seguir seu caminho, assim tantas outras. Entretanto, o maior desafio é a implantação do negócio de IoT, que envolve vários fatores, como: regulamentação, infraestrutura, capacidade de absorção da tecnologia pelas empresas e pelo mercado consumidor. Para avaliar o impacto na economia e desenvolver o planejamento das ações é necessário conhecer o tamanho do mercado. Para isso, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o BNDES e entidades privadas pesquisam e fazem projeções de mercado. O desenvolvimento de um ecossistema de IoT é complexo, pois envolve aspectos de infraestrutura e um forte jogo de interesses das empresas e do governo, tanto nos aspectos fiscais e regulatórios, entre outros.Continue a ler »A complexa alavancagem da tecnologia IoT no Brasil

O desafio de construção de uma plataforma tecnológica

As empresas e comunidades de negócios, constantemente, são desafiadas a construir plataformas tecnológicas para aumentar a produtividade, reduzir custos e melhor a segurança da informação. As plataformas são compotas por diversas tecnologias, que muitas vezes estão em estágios diferentes de maturidade, colocando em risco a sua continuidade e aceitação pela comunidade. Se utilizarmos apenas tecnologias já consolidadas, no chamado platô da produtividade, corremos o risco da obsolescência rápida, porém teremos soluções confiáveis e mais baratas. Por outro lado, se adotarmos apenas tecnologias incipientes, quando apenas se fala e não existem resultados concretados de estabilidade e continuidade, corremos o risco do mercado rejeitar ou ser substituída por outra e teremos que redefinir a plataforma, gerando custos não projetados. Uma solução uma modular com funções especificas, independente da tecnologia, e combinar tecnologias em fase de aceitação e tecnologias no platô da produtividade. Outra solução é criar um startup para testar a efetividade da plataforma, aperfeiçoando-a ou saindo rápido para outra, minimizando os riscos e prejuízos.Continue a ler »O desafio de construção de uma plataforma tecnológica

Dá para confiar e ganhar dinheiro com software livre?

Hoje temos uma quantidade incrível de softwares com códigos abertos – open source – disponíveis para fazer download e usar gratuitamente. Várias soluções de software de grandes fornecedores, com licenças caríssimas, foram substituídas com eficiência por softwares livres (usarem livremente os termos software livre e código aberto, embora existam pequenas diferenças entre os conceitos). Um caso prático é a substituição de um software proprietário cuja uma única licença custa US$6,000 pela Linguagem R, na área de estatística. Conheço algumas empresas que proíbem o uso de software livre por entenderem que não são seguros e não existe suporte para garantir a disponibilidade e robustez do software. Este é um caso típico onde se pode ganhar dinheiro com software livre, oferecendo suporte e add-on profissionais para grandes empresas. Existem outros modelos de negócios que oferecem rentabilidade para as empresas de software.Continue a ler »Dá para confiar e ganhar dinheiro com software livre?

O sucesso profissional exige muito mais que um certificado

Estudar para ser aprovado em uma prova de certificação não garante o sucesso profissional, embora seja uma condição importante no mercado de trabalho. O que determina o sucesso profissional é a capacidade de execução. Infelizmente, não existe uma certificação de “execução”. Para evidenciar esse viés profissional é necessário participar de projetos, executar atividades, medir o desempenho e registrar os feedbacks das avaliações de desempenho. Ainda assim, não é suficiente para o sucesso profissional. É necessário saber trabalhar em equipe, ter resiliência, visão holística, capacidade de criar cenários prospectivos e habilidade para influenciar nas variáveis que transformam o futuro. Ainda não é suficiente. É necessário definir um proposito para a sua carreira profissional e fazer com que o mercado reconheça isso através de ações de marketing pessoal. Enfim, ter sucesso profissional exige planejamento e capacidade de execução, muito mais que um certificado.Continue a ler »O sucesso profissional exige muito mais que um certificado

A retomada da indústria no Brasil será baseada na quarta revolução indústria

Acredito que a partir de 2019 o cenário político e econômico estará atrativo para estimular investimentos na indústria. Os novos projetos devem contemplar os novos paradigmas do mercado, como o consumo sustentável e preferência por produtos personalizados dos mais jovens e gastos mais comedidos dos mais velhos para garantir uma poupança para uma vida financeira mais estável, incluindo planos para a aposentadoria. Teremos uma redução da demanda de produtos físicos industrializados, principalmente os massificados. Isto pode transformar o conceito de globalização, fazendo que os produtos sejam produzidos localmente, para atender no menor tempo possível o consumidor e custos logísticos.Continue a ler »A retomada da indústria no Brasil será baseada na quarta revolução indústria

O desafio para superar a geração “devagar” para aumentar a competitividade

Em uma entrevista, Roberto D’Avila perguntou a Bibi Ferreira (94) qual a diferença do mundo na sua juventude e agora, ela respondeu que no passado o mundo era mais “devagar”. Ao que parece nossas instituições públicas, algumas alas da sociedade e empresas ainda vivem no passado, se movimentando lentamente. O esforço dos “velozes” para superar os entraves colocados pelos “lentos” é muito maior que em outros países, reduzindo nossa competitividade. O resultado é a queda contínua do Brasil no ranking de competitividade mundial, monitorado pelo Fórum Econômico Mundial. Em 2016, passamos a ocupar a 81ª posição, perdendo 33 posições em quatro anos.

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Pode a ISO 9.001 substituir o CMMI no desenvolvimento eficiente de software?

A busca da eficiência e qualidade no desenvolvimento de software vem de décadas. No início definiu-se processos estruturados e lineares para o desenvolvimento de softwares, evoluiu com a introdução de feedbacks e análise de risco nas fases de levantamento de requisitos, análise e desenho, como por exemplo o modelo espiral, para consolidar e obter consenso do objetivo e escopo final do projeto. As fases de codificação, testes e implantação assumem aspectos de linha de produção.

O conceito em torno de Engenharia de Software é o desenvolvimento de software com o máximo de eficiência e qualidade, incluindo custo e entregas no prazo. Para gerenciar melhor essa evolução é possível classificar as áreas de desenvolvimento, ou células dentro das áreas, em diferentes níveis de maturidade: Inicial, Gerenciada, Definida, Quantitativamente Gerenciado e Otimizado. Essa classificação é definida pelo CMMI – Capability Maturity Model Integration – um processo de melhoria contínua de desenvolvimento de software, criado pela Universidade americana Carnegie Mellon, administrado pelo CMMI Institute, uma subsidiaria da ISACA desde 2016.Continue a ler »Pode a ISO 9.001 substituir o CMMI no desenvolvimento eficiente de software?