{"id":1445,"date":"2015-03-22T16:03:50","date_gmt":"2015-03-22T19:03:50","guid":{"rendered":"http:\/\/efagundes.com.br\/artigos\/?page_id=1445"},"modified":"2019-04-01T21:09:26","modified_gmt":"2019-04-02T00:09:26","slug":"disaster-recovery-plan-drp","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/efagundes.com\/artigos\/disaster-recovery-plan-drp\/","title":{"rendered":"Disaster Recovery Plan (DRP)"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"title_content_3 wp-block-heading\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p style=\"background-color:#f5f5f5\" class=\"has-background page_content\">O Plano de Recupera\u00e7\u00e3o de Desastres (DRP \u2013<em> Disaster Recovery Plan<\/em>) \u00e9 um processo documentado e um conjunto de procedimentos para recuperar os servi\u00e7os de TI ap\u00f3s um evento extremo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Com a automa\u00e7\u00e3o de processos e a forte depend\u00eancia dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, como a Internet, \u00e9 vital para as organiza\u00e7\u00f5es a alta disponibilidade dos servi\u00e7os de TI. A indisponibilidade do data center em uma localidade afeta as opera\u00e7\u00f5es da empresa, literalmente, no mundo todo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O uso de sistemas integrados de gest\u00e3o (ERP) re\u00fane um s\u00f3 local todas as informa\u00e7\u00f5es corporativas e atrav\u00e9s de conex\u00f5es seguras via Internet \u00e9 poss\u00edvel o acesso remoto dos dados. Isso facilita o desenvolvimento de Planos de Continuidade de Neg\u00f3cios (BCP \u2013<em>Business Continuity Plan<\/em>) para as \u00e1reas administrativas e financeiras. Para as \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o e log\u00edstica a empresa deve adotar outras estrat\u00e9gias para garantir o retorno de suas opera\u00e7\u00f5es dentro de prazos aceit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Entretanto, a paraliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de TI afeta todas as opera\u00e7\u00f5es da organiza\u00e7\u00e3o. As dificuldades come\u00e7am desde o envio e recebimento de e-mails at\u00e9 o faturamento de produtos e servi\u00e7os. Algumas empresas subestimam os riscos de um desastre e n\u00e3o investem em BCPs e DRPs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">As organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem evitar desastres, por\u00e9m podem desenvolver a\u00e7\u00f5es para minimizar seus efeitos. O objetivo de um DRP \u00e9 reduzir o downtime e a perda de dados da organiza\u00e7\u00e3o. A m\u00e9trica para avaliar a efic\u00e1cia de um DRP est\u00e1 baseada em dois conceitos: Objetivo de Tempo de Recupera\u00e7\u00e3o (RTO \u2013 <em>Recovery Time Objective<\/em>) e Objetivo do Ponto de Recupera\u00e7\u00e3o (RPO \u2013 <em>Recovery Point Objective<\/em>). \u00b7<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li><strong>RTO<\/strong> \u2013 \u00e9 o tempo necess\u00e1rio para a restaura\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de servi\u00e7o de TI de forma a n\u00e3o comprometer a continuidade dos neg\u00f3cios. O RTO \u00e9 definido a partir de uma an\u00e1lise de impacto de neg\u00f3cios (BIA \u2013 Business Impact Analysis).<\/li><li><strong>RPO<\/strong> \u2013 \u00e9 o per\u00edodo m\u00e1ximo tolerado de perda de dados em um incidente sem a possibilidade de recupera\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de um backup de dados.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Por exemplo, o DRP estima recuperar a infraestrutura de TI (RTO) em 4 horas depois de um desastre e o ponto de recupera\u00e7\u00e3o dos dados (RPO) \u00e9 de 1 hora. Para atingir o objetivo do RPO \u00e9 necess\u00e1rio manter c\u00f3pia dos dados em um site backup (no m\u00ednimo a 10 km de dist\u00e2ncia) e sincronizar os dados depois da recupera\u00e7\u00e3o da infraestrutura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A norma ISO22301, especifica os requisitos para planejar, criar, implementar, operar, monitorar, analisar criticamente, manter e melhorar continuamente um sistema de gest\u00e3o documentado para se preparar, responder e recuperar de eventos disruptivos. Os requisitos especificados s\u00e3o gen\u00e9ricos e que dever\u00e3o ser aplic\u00e1veis a todas as organiza\u00e7\u00f5es (ou suas partes), independentemente do seu tipo, tamanho e natureza. A extens\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o destes requisitos depende do ambiente operacional e sua complexidade. (<a href=\"http:\/\/efagundes.com\/artigos\/Arquivos_pdf\/iso22301_whitepaper.pdf\">whitepaper da norma<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Esse estudo focar\u00e1 no plano de recupera\u00e7\u00e3o de desastre dos centros de processamento de dados \u2013 DRP.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"title_content_3 wp-block-heading\">Objetivos do DRP<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O objetivo preliminar de um plano de recupera\u00e7\u00e3o de desastre (DRP) \u00e9 permitir que uma organiza\u00e7\u00e3o sobreviva a um desastre e que possa restabelecer as opera\u00e7\u00f5es dos neg\u00f3cios. A fim de sobreviver as empresas devem assegurar que as opera\u00e7\u00f5es cr\u00edticas possam recome\u00e7ar o processamento normal dentro de um espa\u00e7o de tempo razo\u00e1vel. Para atingir esses objetivos o DRP deve atender os seguintes requisitos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Prover um ambiente seguro e pessoas preparadas para um desastre;<\/li><li>Reduzir as perdas financeiras em casos de desastres;<\/li><li>Identificar linhas de neg\u00f3cios cr\u00edticas que requeiram suporte em situa\u00e7\u00f5es de desastres;<\/li><li>Identificar as fraquezas e executar um programa da preven\u00e7\u00e3o de desastre;<\/li><li>Minimizar a dura\u00e7\u00e3o de uma paralisa\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es de neg\u00f3cio;<\/li><li>Facilitar a coordena\u00e7\u00e3o eficaz de tarefas da recupera\u00e7\u00e3o; e,<\/li><li>Reduzir a complexidade do esfor\u00e7o de recupera\u00e7\u00e3o.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"title_content_3 wp-block-heading\">Etapas de um DRP<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O desenvolvimento de um DRP envolve a cria\u00e7\u00e3o de uma &#8220;planta de recupera\u00e7\u00e3o&#8221; para restaurar os recursos computacionais com as fun\u00e7\u00f5es vitais de processamento de dados para atender as necessidades dos neg\u00f3cios da empresa. O plano deve procurar restabelecer o ambiente de processamento no menor tempo poss\u00edvel a fim de evitar um efeito catastr\u00f3fico nos neg\u00f3cios. O desenvolvimento de uma estrat\u00e9gia vi\u00e1vel de recupera\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser uma iniciativa exclusiva da \u00e1rea de processamento de dados, mas de toda a organiza\u00e7\u00e3o para proteger os interesses da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Para atender esse objetivo deve se adotar uma metodologia que enfatize os seguintes pontos chaves:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Fornecer a ger\u00eancia uma compreens\u00e3o detalhada do esfor\u00e7o total requerido para tornar e manter uma planta de recupera\u00e7\u00e3o eficaz;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li class=\"style_artigo_texto\">Obter o compromisso da ger\u00eancia apropriada para suportar e participar no esfor\u00e7o de recupera\u00e7\u00e3o;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li class=\"style_artigo_texto\">Definir as exig\u00eancias de recupera\u00e7\u00e3o na perspectiva do neg\u00f3cio;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li class=\"style_artigo_texto\">Documentar o impacto de uma perda prolongada \u00e0s opera\u00e7\u00f5es e ao neg\u00f3cio;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li class=\"style_artigo_texto\">Selecionar as equipes do DRP para testes, atualizar e assegurar uma execu\u00e7\u00e3o eficaz do plano;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li class=\"style_artigo_texto\">Desenvolver uma &#8220;planta de recupera\u00e7\u00e3o&#8221; que seja compreens\u00edvel, f\u00e1cil de usar e manter;<\/li><li class=\"style_artigo_texto\">Definir como as premissas do DRP devem ser integradas aos processos de neg\u00f3cio para uma recupera\u00e7\u00e3o no tempo necess\u00e1rio para n\u00e3o haver ruptura nos processos de neg\u00f3cios<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Para se atingir um planejamento eficaz \u00e9 necess\u00e1rio que o pessoal s\u00eanior de sistemas de informa\u00e7\u00e3o e das \u00e1reas de neg\u00f3cios estejam envolvidos durante todo o projeto para o beneficio da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O planejamento do DRP deve prever as seguintes etapas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Fase 1 &#8211; Pr\u00e9-planejamento das atividades<\/li><li>Fase 2 &#8211; Avalia\u00e7\u00e3o da vulnerabilidade e defini\u00e7\u00e3o das exig\u00eancias do projeto<\/li><li>Fase 3 \u2013 Avalia\u00e7\u00e3o de impacto no neg\u00f3cio<\/li><li>Fase 4 \u2013 Defini\u00e7\u00e3o detalhada das exig\u00eancias<\/li><li>Fase 5 \u2013 Desenvolvimento do plano<\/li><li>Fase 6 \u2013 Plano de teste\/simula\u00e7\u00e3o<\/li><li>Fase 7 \u2013 Programa de manuten\u00e7\u00e3o<\/li><li>Fase 8 \u2013 Testes iniciais e implementa\u00e7\u00e3o<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 1 \u2013 Pr\u00e9-planejamento das atividades<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Essa fase determina as necessidades iniciais do projeto com base em informa\u00e7\u00f5es sobre os requerimentos de processamento de dados para as fun\u00e7\u00f5es criticas da empresa. Isso permite a equipe refinar o escopo de trabalho e identificar os aspectos cr\u00edticos para o sucesso do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Durante esta fase o comit\u00ea executivo do projeto (Steering Committee) deve ser estabelecido. O comit\u00ea tem a responsabilidade total para fornecer o sentido e a orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 equipe do projeto. O comit\u00ea deve tamb\u00e9m tomar todas as decis\u00f5es relacionadas ao esfor\u00e7o de planejamento do DRP. O gerente de projeto deve trabalhar com o comit\u00ea para finalizar o planejamento detalhado e desenvolver entrevistas para avaliar a seguran\u00e7a e elaborar a an\u00e1lise de impacto no neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Outros dois aspectos chaves desta fase s\u00e3o: o desenvolvimento de uma pol\u00edtica para suportar os programas da recupera\u00e7\u00e3o; e um programa para educar a ger\u00eancia e as pessoas-chave do projeto nas atividades que lhes ser\u00e3o atribu\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 2 \u2013 Avalia\u00e7\u00e3o da vulnerabilidade e defini\u00e7\u00e3o das exig\u00eancias do projeto<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Como diz o ditado \u00e9 melhor evitar que remediar. Essa fase analisa as vulnerabilidades do ambiente de processamento e avalia as possibilidades de ocorr\u00eancia de um desastre. Essa an\u00e1lise deve conduzir medidas para reduzir a probabilidade de desastre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Esta fase incluir\u00e1 as seguintes tarefas chaves:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Uma avalia\u00e7\u00e3o completa da seguran\u00e7a do ambiente de processamento de dados e do ambiente das comunica\u00e7\u00f5es, incluindo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Pessoal;<\/li><li>Seguran\u00e7a f\u00edsica;<\/li><li>Procedimentos operacionais;<\/li><li>Planejamento de apoio e de conting\u00eancia;<\/li><li>Desenvolvimento e manuten\u00e7\u00e3o dos sistemas;<\/li><li>Seguran\u00e7a das bases de dados;<\/li><li>Seguran\u00e7a de comunica\u00e7\u00f5es dos dados e voz;<\/li><li>Sistemas e seguran\u00e7a do software de controle do acesso;<\/li><li>Ap\u00f3lices de seguro;<\/li><li>Planejamento e administra\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a;<\/li><li>Controles da aplica\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Computadores pessoais.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A avalia\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a permitir\u00e1 a equipe de projeto melhorar os procedimentos de emerg\u00eancia existentes e medidas de preven\u00e7\u00e3o de desastres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Recomenda\u00e7\u00f5es de atividades sobre a seguran\u00e7a devem ser encaminhadas ao comit\u00ea executivo de modo que as a\u00e7\u00f5es corretivas possam ser iniciadas em um momento oportuno.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Defini\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o do planejamento.<\/li><li>An\u00e1lise, recomenda\u00e7\u00e3o e compra de um software para a manuten\u00e7\u00e3o e controle permanente do DRP.<\/li><li>Desenvolvimento da estrutura da &#8220;planta de recupera\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/li><li>Montagem da equipe do projeto.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 3 \u2013 Avalia\u00e7\u00e3o de Impacto no Neg\u00f3cio<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Nessa fase \u00e9 realizada uma avalia\u00e7\u00e3o de impacto nos neg\u00f3cios de todas as unidades da empresa para identificar os sistemas, processos e fun\u00e7\u00f5es cr\u00edticas. Essa an\u00e1lise de impacto econ\u00f4mico deve avaliar a nega\u00e7\u00e3o de acesso aos servi\u00e7os de sistemas e outros servi\u00e7os e facilidades. Deve-se definir tamb\u00e9m qual o m\u00e1ximo tempo de sobreviv\u00eancia do neg\u00f3cio sem acesso aos sistemas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O relat\u00f3rio de avalia\u00e7\u00e3o de impacto deve ser apresentado ao comit\u00ea executivo. Esse relat\u00f3rio identifica as fun\u00e7\u00f5es cr\u00edticas dos servi\u00e7os e os tempos que devem ser recuperados os sistemas em caso de desastre. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o usadas como base para definir os recursos necess\u00e1rios para suportar os servi\u00e7os cr\u00edticos.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 4 \u2013 Defini\u00e7\u00e3o detalhada das exig\u00eancias<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Durante essa fase o perfil das exig\u00eancias do plano de recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 desenvolvido usando como base o relat\u00f3rio de impacto no neg\u00f3cio. Devem ser desenvolvidas estrat\u00e9gias alternativas de recupera\u00e7\u00e3o com o auxilio de uma ferramenta para estruturar as informa\u00e7\u00f5es, como a t\u00e9cnica da matriz de alternativas. O planejamento deve contemplar:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Hardware (mainframe, servidores, comunica\u00e7\u00e3o de dados e voz, computadores pessoais, impressoras, etc.)<\/li><li>Software (pacotes, desenvolvimentos in-house e desenvolvimento externo)<\/li><li>Documenta\u00e7\u00e3o (processamento de dados, sistemas e usu\u00e1rios)<\/li><li>Provedores de servi\u00e7os externos (telecomunica\u00e7\u00f5es, telefonia, web hosting, etc.)<\/li><li>Facilidades (energia, escrit\u00f3rios, equipamentos de escrit\u00f3rios, etc.)<\/li><li>Pessoal.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">As estrat\u00e9gias de recupera\u00e7\u00e3o devem completar planos de curto, m\u00e9dio e longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 5 \u2013 Desenvolvimento do Plano<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Nesta fase, os componentes das plantas de recupera\u00e7\u00e3o s\u00e3o definidos e as plantas s\u00e3o documentadas. Esta fase inclui tamb\u00e9m a execu\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as nos procedimentos dos usu\u00e1rios e a implementa\u00e7\u00e3o de processos para suportar as estrat\u00e9gias selecionadas para a recupera\u00e7\u00e3o e as alternativas identificadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Devem ser formalizados os acordos contratuais com os fornecedores de hardware, software e servi\u00e7os para suportar o plano de recupera\u00e7\u00e3o. As equipes de apoio ao plano de recupera\u00e7\u00e3o devem ser formadas e definidas suas responsabilidades no plano. Os padr\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o devem ser consolidados nessa fase.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 6 \u2013 Plano de Teste\/Simula\u00e7\u00e3o<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O programa de teste\/simula\u00e7\u00e3o do DRP deve ser desenvolvido nessa fase. O objetivo dos testes\/simula\u00e7\u00f5es \u00e9 validar o plano de recupera\u00e7\u00e3o e fazer os ajustes necess\u00e1rios. Lembrando que os ambientes de neg\u00f3cios e processamento de dados s\u00e3o din\u00e2micos, os planos de recupera\u00e7\u00e3o devem ser constantemente revistos, atualizados e testados.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 7 \u2013 Programa de Manuten\u00e7\u00e3o<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A manuten\u00e7\u00e3o das plantas \u00e9 fator critico de sucesso de uma recupera\u00e7\u00e3o real. As plantas de recupera\u00e7\u00e3o devem refletir as mudan\u00e7as nos ambientes reais. \u00c9 cr\u00edtico que os processos existentes sejam revisados para fazer a manuten\u00e7\u00e3o da planta de recupera\u00e7\u00e3o do cliente atrav\u00e9s do processo de ger\u00eancia de mudan\u00e7as. Nas \u00e1reas onde a ger\u00eancia de mudan\u00e7as n\u00e3o existe, esse procedimento deve ser implementado. Muitos produtos de software de recupera\u00e7\u00e3o possuem a facilidade de ger\u00eancia de mudan\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">Fase 8 \u2013 Testes Iniciais e Implementa\u00e7\u00e3o<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Uma vez os planos desenvolvidos, inicia-se a fase de implementa\u00e7\u00e3o e testes. Essa fase deve ser repetida no m\u00ednimo duas vezes por ano ou quando ocorrer uma mudan\u00e7a significativa no ambiente de processamento de dados ou de neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">As seguintes atividades devem ser realizadas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Defini\u00e7\u00e3o do escopo do teste;<\/li><li>Identifica\u00e7\u00e3o das equipes de teste;<\/li><li>Estrutura\u00e7\u00e3o do teste;<\/li><li>Condu\u00e7\u00e3o do teste;<\/li><li>An\u00e1lise dos resultados do teste; e,<\/li><li>Modifica\u00e7\u00e3o dos planos de recupera\u00e7\u00e3o, se necess\u00e1rio.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O escopo do teste depende da estrat\u00e9gia de recupera\u00e7\u00e3o selecionada, o que reflete os requerimentos de neg\u00f3cio da empresa. O plano de recupera\u00e7\u00e3o desenvolvido deve ser escrito de forma que seja compreens\u00edvel e fiel a realidade da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"title_content_3 wp-block-heading\">Estrutura Organizacional do DRP<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A organiza\u00e7\u00e3o da equipe do projeto de recupera\u00e7\u00e3o deve ser flex\u00edvel para atender os requisitos desse tipo de atividade. A implementa\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de um plano de recupera\u00e7\u00e3o exige dedica\u00e7\u00e3o do pessoal e trabalho sob press\u00e3o. Um fator cr\u00edtico de sucesso \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de uma organiza\u00e7\u00e3o dedicada para essa finalidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Os planos de recupera\u00e7\u00e3o devem ser tratados como documentos vivos. As informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o em constante processo de mudan\u00e7a e a cada dia tornam-se mais integradas e complexas. Os planos de recupera\u00e7\u00e3o devem acompanhar essas mudan\u00e7as. Os planos de testes\/simula\u00e7\u00f5es devem assegurar a capacidade de recupera\u00e7\u00e3o do ambiente considerando as constantes mudan\u00e7as dos processos. A organiza\u00e7\u00e3o deve assegurar que a equipe do DRP esteja sempre atualizada sobre as mudan\u00e7as nos neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A seguir \u00e9 apresentado um modelo de organiza\u00e7\u00e3o para conduzir o plano de recupera\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">1) Comit\u00ea Executivo<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">O comit\u00ea executivo deve incluir representantes das \u00e1reas chaves da organiza\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Infraestrutura de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Desenvolvimento de Sistemas;<\/li><li>Redes de Comunica\u00e7\u00f5es de Dados;<\/li><li>Comunica\u00e7\u00e3o de Voz;<\/li><li>Unidades de Neg\u00f3cios.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h5 class=\"title_content_4 wp-block-heading\">2) Equipe do Projeto<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A composi\u00e7\u00e3o da equipe do projeto varia de acordo com o ambiente tecnol\u00f3gico e de neg\u00f3cios onde os planos foram desenvolvidos. \u00c9 importante notar que os gerentes dos ambientes tecnol\u00f3gicos e das unidades de neg\u00f3cios s\u00e3o respons\u00e1veis pela manuten\u00e7\u00e3o e teste de seus respectivos planos. Entretanto, o pessoal respons\u00e1vel pelo planejamento da estrat\u00e9gia de recupera\u00e7\u00e3o deve ser o coordenador das atividades de teste, revis\u00e3o dos planos e manuten\u00e7\u00e3o do plano principal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A Auditoria Interna deve ser convidada a fazer parte de todas as equipes. Os gerentes representados nas diversas equipes devem recomendar pessoas seniores para represent\u00e1-los ou eles pr\u00f3prios participarem das equipes contribuindo com sua experi\u00eancia no desenvolvimento dos planos de recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\"><strong>(1) Equipe Principal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Gerente do Projeto;<\/li><li>Especialista em opera\u00e7\u00e3o de computadores e redes de dados;<\/li><li>Especialista em suporte de sistemas;<\/li><li>Especialista em suporte de voz, redes e telecomunica\u00e7\u00f5es.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"page_content\"><strong>(2) Equipe T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"Unordered_List wp-block-list\"><li>Analista de redes;<\/li><li>Analista de infraestrutura f\u00edsica;<\/li><li>Analista de banco de dados;<\/li><li>Analista de seguran\u00e7a;<\/li><li>Analista de opera\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Analista de suporte de rede;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"page_content\"><strong>(3) Equipe de Neg\u00f3cios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li class=\"Unordered_List\">Membros das diversas \u00e1reas de neg\u00f3cios que fazem parte do plano de recupera\u00e7\u00e3o.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"title_content_3 wp-block-heading\">Recursos Necess\u00e1rios para o DRP<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">As empresas devem evitar implementar planos de recupera\u00e7\u00e3o sem uma equipe e recursos dedicados para essa finalidade sob o risco de falharem ap\u00f3s altos investimentos. Uma das raz\u00f5es do fracasso de alguns planos \u00e9 a falta de comprometimento das equipes na manuten\u00e7\u00e3o e testes do plano de forma continua, o que resulta na perda da compatibilidade do plano de recupera\u00e7\u00e3o com a realidade da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Para garantir o sucesso do plano de recupera\u00e7\u00e3o deve se investir em tr\u00eas categorias:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\"><strong>(1) Pessoal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">Os gerentes devem alocar profissionais experientes e competentes para participar das equipes de recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\"><strong>(2) Investimento inicial<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">A empresa deve investir na compra de equipamentos redundantes nas \u00e1reas de voz e comunica\u00e7\u00e3o de dados, processamento de dados (incluindo servidores e subsistemas de armazenamento de dados), equipamentos redundantes de gera\u00e7\u00e3o de energia (UPS, geradores a diesel, etc.) e equipamentos de apoio (fax, PCs, scanner, copiadoras, etc.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\"><strong>(3) Despesas recorrentes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"page_content\">As despesas recorrentes incluem o aluguel de espa\u00e7o para instalar os computadores e outros equipamentos, contratos de servi\u00e7os e manuten\u00e7\u00e3o. Uma alternativa eficaz e que exige menos investimentos \u00e9 a contrata\u00e7\u00e3o de uma empresa especializada em DRP, onde \u00e9 poss\u00edvel contratar todos os servi\u00e7os de recupera\u00e7\u00e3o, desde o planejamento, manuten\u00e7\u00e3o e equipamentos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o O Plano de Recupera\u00e7\u00e3o de Desastres (DRP \u2013 Disaster Recovery Plan) \u00e9 um processo documentado e um conjunto de procedimentos para recuperar os servi\u00e7os de TI ap\u00f3s um evento extremo. Com a automa\u00e7\u00e3o de processos e a forte depend\u00eancia dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, como a Internet, \u00e9 vital para as organiza\u00e7\u00f5es a alta disponibilidade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":""},"class_list":["post-1445","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P8yInB-nj","jetpack-related-posts":[{"id":1739,"url":"https:\/\/efagundes.com\/artigos\/gestao-de-relacionamento-do-outsourcing\/","url_meta":{"origin":1445,"position":0},"title":"Gest\u00e3o de Relacionamento do Outsourcing","author":"Eduardo Fagundes","date":"22 de mar\u00e7o de 2015","format":false,"excerpt":"A gest\u00e3o da terceiriza\u00e7\u00e3o, ou Outsourcing Relationship Management\u00a0(ORM), \u00e9 uma disciplina de neg\u00f3cios amplamente adotada por empresas e organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas para gerenciar um ou mais prestadores de servi\u00e7os externos, como parte de sua estrat\u00e9gia de outsourcing. 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