O Quantative Easing (QE) e o crescimento do poder das Big Techs

A flexibilização quantitativa (QE – Quantative Easing) é uma política monetária onde um banco central compra em escala títulos do governo ou outros ativos financeiros para injetar dinheiro no mercado para expandir a atividade econômica. Esta política, já utilizada pelo Banco do Japão (BOJ) desde o início dos anos 2000, foi adotada amplamente pelos principais bancos centrais como solução para sair da crise econômica global de 2007-2008, provocada pela concessão de empréstimos hipotecários de alto risco (subprime loan) e em resposta à pandemia da Covid-19, em 2020 (Wikipedia, 2021).

Interessante observar, que a partir do uso do QE na crise econômica de 2007-08, algumas empresas iniciaram uma escalada crescente de valorização, principalmente, as sete maiores empresas de tecnologia, as Big Techs Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet, Facebook, Tesla e Nvidia. No conjunto, adicionaram US3,4 trilhões em valor só em 2020 (LEVY, 2020). Em termos comparativos, o PIB do Brasil em 2020 é estimado em US$1,4 trilhão (UOL, 2020). Embora eu não seja economista, esta coincidência me chamou a atenção.

O Quantative Easing afeta inevitavelmente o mercado de ações

Segundo (ROSS, 2020), o programa de QE do Federal Reserve afeta inevitavelmente o mercado de ações. Evidências sugerem que existe uma correlação positiva entre uma política de QE e um mercado de ações em alta. Segundo Ross, alguns dos maiores ganhos do mercado de ações na história dos Estados Unidos ocorreram enquanto uma política de QE estava em andamento. Uma das vantagens é que os investidores antecipam receitas de negócios mais fortes e investem em empresas que devem ter lucro.

Como as políticas de QE empurram as taxas de juros para baixo, os investidores são forçados a migrarem de investimentos mais seguros para investimentos, relativamente, mais arriscados para obterem retornos mais atraentes. Muitos investidores criam carteiras de ações e com isto elevam os preços do mercado de ações. Isto explica por que algumas Big Techs ultrapassarem a marca de US$1 trilhão em valor de mercado, como a Apple que atingiu o valor de mercado de US$2 trilhões em agosto de 2020, ultrapassando o PIB de 95% dos países (BBC Brasil, 2020).

Como os juros ficam baixos em períodos de crise, as empresas são incentivadas a tomarem empréstimos para expandir seus negócios. Este é o caso da Netflix, que mesmo com uma dívida de US$15 bilhões, conseguiu captar US$1 bilhão para investir em conteúdo original (Forbes Brasil, 2020).

A Covid-19 e o Quantative Easing

A pandemia da Covid-19 provocou, além da crise humanitária, uma nova crise economia a partir do isolamento social e paralisação da maioria dos negócios. Este fato obrigou os países a implementar novas políticas de flexibilização monetária (QE). Embora a taxa de letalidade da Covid-19 seja mais baixa do que outras pandemias, variando entre 0,5% e 1%, segundo artigo da FAPESP “O enigma da letalidade” de Frances Jones (JONES, 2020) e seja semelhante à da pneumonia, segundo conclusão de um trabalho do professor de Stanford John Ioannidis (PINTO, 2020), o impacto desta pandemia na economia foi o maior de todas. O Federal Drug Administration (FDA), órgão governamental dos EUA que faz o controle dos medicamentos nos Estados Unidos aprovou vários medicamentos para o tratamento da Covid-19, conforme artigo da Harvard Medical School (Harvard Medical School, 2021). Entretanto, assim como as vacinas aprovadas de forma emergencial pelas agências de saúde dos países, ainda os resultados estão em estudos. Com o início dos programas de vacinação os resultados serão mais bem avaliados.

Infelizmente, a imunização da população mundial levará meses, iniciando pelos mais vulneráveis a doença. Isto significa que durante o ano de 2021 os governos terão que manter seus programas de ajuda para as pessoas e as empresas, reforçando a continuidade da flexibilização monetária (QE).

O Quantative Easing no Brasil

O Brasil entrou na onda do QE para combater os problemas com a Covid-19, assim como outros países. O Congresso Nacional ratificou em maio de 2020 uma emenda constitucional histórica que permite ao banco central iniciar o que espera ser o maior programa de flexibilização quantitativa do mundo emergente para combater as dificuldades econômicas da pandemia do coronavírus (SCHIPANI, 2020). Desta forma, o banco central recebeu poderes de combate à crise para comprar uma série de ativos públicos e privados, incluindo títulos do governo e corporativos, para garantir a liquidez e sustentar uma economia que deverá encolher cerca de 4,5% em 2020 (MARTELLO, 2020).

Aumento da poupança no Brasil durante a Covid-19

Outro fenômeno interessante que aconteceu no Brasil, porém deve ter acontecido em outras partes do mundo, foi o aumento da poupança das pessoas, principalmente da classe média e ricos. No Brasil, no segundo trimestre de 2020, período em que a crise foi mais acentuada, a taxa de poupança do brasileiro cresceu 1,4 ponto percentual e ficou em 15,5% do PIB (Produto Interno Bruto). O percentual, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é formado com base na poupança bruta do brasileiro, que é o valor da renda que não consumido, chegando a uma economia de R$ 256,8 bilhões. No mês de setembro de 2020, o saldo do investimento, que é a soma de todo montante aplicado, alcançou pela primeira vez na história a marca de R$ 1 trilhão. No acumulado de março a setembro de 2020, os depósitos superaram os saques em R$ 153,1 bilhões (Jornal de Brasília, 2020). A expectativa é que parte desta poupança volte ao mercado para aquecer a economia com o início da vacinação e tratamentos eficazes de combate a Covid-19.

O pacote de resgate da economia americana de Joe Biden

O novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou um pacote de resgate de US$1,9 trilhão para incentivar o aumento nos empregos e gastos que muitos economistas dizem ser necessários para evitar danos de longo prazo de uma recessão pandêmica recorde (SAPHIR, 2021). Se a lógica de valorização das ações das Big Techs se manter com a injeção de dinheiro no mercado, elas aumentarão ainda mais seus valores de mercado.

Aumento do poder de decisão das empresas aproveitando o QE

Uma das estratégias das empresas listadas nas bolsas de valores, aproveitando a abundância de crédito no mercado devido ao QE, é fazer a recompra de ações com direito a voto, como as ações de classe A e B listadas no Nasdaq, deixando apenas ações classe C e preferenciais que não dão direito a voto. No Brasil, a B3 tem três segmentos de listagens de ações: Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado. As empresas dos segmentos Nível 1 e 2, possuem ações ordinárias com direito a voto e ações preferências que não dão direito a voto, diferente da categoria Novo Mercado que só operam com ações ordinárias na condição de uma ação, um voto. O nível de governança corporativa é mais elevado no Novo Mercado com maiores exigências de transparência e práticas para evitar conflitos de interesse. Esta prática leva ao controle da empresa por seus fundadores e controladores, evitando o chamado conflito de agência, onde as disputas e diferenças de opiniões entre controladores e acionistas minoritários podem desgastar as relações entre os acionistas e atrasar as tomadas de decisões estratégicas.

Recuperação da economia em forma de K

Depois de várias discussões de como seria a recuperação econômica pós-pandemia da Covid-19, em V ou em L, aparentemente, a recuperação será em forma de K. Ou seja, algumas áreas da economia voltarão ao normal assim que a recessão passar, enquanto outras experimentarão um crescimento mais lento ou mesmo declínio ainda maior. A recuperação em forma de K pode revelar a existência da chamada “destruição criativa”, conceito desenvolvido pelo economista austríaco Josef Schumpeter em 1942, quando as novas tecnologias e indústrias tomam o lugar das antigas durante uma recessão (Economics Online for Students of Economics, 2020).

Na recuperação em forma de K pode ser observada em vários segmentos de mercado. Enquanto algumas empresas aumentarão, significativamente, seu faturamento e valor de mercado, outras perderam faturamento e valor. O comércio online, o ensino a distância, streaming de vídeo e infraestrutura para home-office foram alguns setores que cresceram, enquanto lojas físicas, eventos presenciais, transporte aéreo de passageiros e turismo declinaram. Aqui um alerta para as empresas para as empresas que podem declinar na recuperação da economia. Uma das poucas saídas é a transformação digital de seus negócios.

O poder desproporcional dos fundadores e executivos das Big Techs

Todas Big Techs cresceram durante a pandemia da Covid-19, que incluem coleta e tratamento de dados com o uso intensivo de algoritmos de inteligência artificial. A Tesla, talvez uma exceção do clube, colhe os resultados da iniciativa de transformação da mobilidade de veículos a combustão para veículos elétricos. Liderada por Elon Musk, investe em mega projetos como a da SpaceX que superou players tradicionais em viagens espaciais, como a Boeing.

Neste novo ambiente de negócios, impulsionado pela crise econômica de 2007-08 e pela pandemia da Covid-19, os fundadores e executivos das Big Techs assumiram um poder desproporcional no cenário global. Google e Facebook são, constantemente, questionados pelos países e comunidade europeia sobre ações predatórias no mercado. Ações conjuntas entre as Big Techs podem ser ainda mais prejudiciais ao mercado, como uma revelação do Wall Street Journal em dezembro de 2020, que afirma que o Facebook e Google acertaram cooperar um com outro caso se tornassem alvos de uma eventual investigação sobre seu pacto relativo a anúncio online. Dez procuradores-gerais, liderados pelo do Texas, alegam que as duas fecharam um acordo, em setembro de 2018, para que o Facebook não concorresse com as ferramentas de propaganda online do Google, em troca de tratamento especial quando os utilizasse (Agência Estado, 2020).

Fake News

Como a matéria-prima das Big Techs é informação, identificar e banir fake news é crítico nas plataformas de redes sociais. Curiosamente, a maioria dos sites que propagam fake news é financiada por anúncios do Google, diz estudo da Universidade de Oxford (G1, 2020). Os sites que publicam consistentemente ‘junk news‘ mostram estratégias profissionais de SEO (Search Engine Optimization, usadas para aumentar o alcance das publicações) para disseminar seu conteúdo por meio de mecanismos de pesquisa, diz o estudo da Universidade de Oxford.

Notícias falsas e boatos existem desde antes do advento da Internet. A definição amplamente aceita de notícias falsas na Internet é: artigos fictícios fabricados deliberadamente para enganar os leitores. A mídia social e os meios de comunicação publicam notícias falsas para aumentar o número de leitores ou como parte de uma guerra psicológica. No mundo das notícias falsas, existem sete categorias principais e, dentro de cada categoria, o conteúdo da notícia falsa pode ser visual e/ou linguístico. Para detectar notícias falsas, pistas linguísticas e não linguísticas podem ser analisadas usando vários métodos. Embora muitos desses métodos de detecção de notícias falsas sejam geralmente bem-sucedidos, eles apresentam algumas limitações (Wikipedia, 2021).

O esforço é grande das Big Techs para evitar a publicação e disseminação de fake news. A Goolge criou uma página sobre “Mitos e Fatos sobre Desiformação” (Google, 2021) com o objetivo de divulgar apenas informações úteis e confiáveis. Sem dúvida um grande desafio.

Lembro que quando estudava a teoria geral da relatividade de Albert Einstein me deparei com várias críticas negacionistas sobre a descoberta de Einstein. A teoria da relatividade atiçou a fúria dos newtonianos contra Einstein, indignados com alemão desde 1905, quando a série de artigos publicados na Annalen der Physik colocava em xeque a visão mecanicista do universo, afirmando que nada poderia viajar mais rápido que a luz, contrariando a ideia de qua a gravidade era uma força instantânea, como afirma Isaac Newton. Fico imaginando como a publicação da teoria da geral da relatividade de Einstein seria encarada hoje se estivéssemos um mundo onde a “verdade” seria a visão mecanicista de Newton, provavelmente, ela teria grandes chances de ser considerada fake news e excluída das redes sociais, assim como o próprio Albert Einstein teria sua conta no Facebook cancelada.

Em defesa da livre manifestação do pensamento

Apesar da livre manifestação do pensamento ser um ato universalmente aceito, em alguns regimes tiranos a livre opinião é duramente punida com a repressão do governo. O milionário chinês Jack Ma, fundador da Alibaba sumiu após fazer críticas à China. O discurso de Ma ia contra os “métodos do passado” utilizados para regulamentar novos negócios no país, criticando as autoridades na China. No Brasil, alguns jornalistas, blogueiros e políticos foram alvo de prisões e cerceamento da livre opinião pelo poder judiciário, com a justificativa de incitamento a ordem pública e as instituições.

No caso de países, o poder de censura é do Estado e, provavelmente, apoiados por alguma legislação especifica aprovada pelo poder legislativo de seus países. Entretanto, o cancelamento das contas do Twitter, Facebook e Instagram do Presidente Donald Trump foram iniciativas dos executivos das redes sociais. Sem entrar no mérito do conteúdo publicado por Trump, o bloqueio de sua conta gerou preocupação internacional, sendo inclusive criticada pela rival alemã chanceler Angela Merkel, que considerou “problemático” o cancelamento da conta do presidente dos Estados Unidos do Twitter. Questionada sobre a decisão do Twitter, o porta-voz de Merkel, Steffen Seibert, disse que os operadores das plataformas de mídia social “têm grande responsabilidade para que a comunicação política não seja envenenada pelo ódio, pela mentira e pelo incitamento à violência”. Seibert afirma que a suposta atitude de Trump de incitamento à violência deve ser julgada de acordo com a lei e dentro da estrutura definida pelos legisladores, não de acordo com uma decisão da administração das plataformas de mídia social (Euronews e AP, 2021).

Privacidade dos Dados

A questão da privacidade de dados é ainda mais preocupante depois do escândalo do Facebook e a Cambridge Analytica, onde um aplicativo coletou os dados de 87 milhões de perfis do Facebook e a Cambridge Anallytica procurou vender os dados dos eleitores americanos para campanhas políticas e assistência e análises para as campanhas presidenciais de 2016 de Ted Cruz e Donald Trump. Supostamente, a Cambridge Analytica também foi contratada como uma empresa de consultoria para a campanha de independência do Reino Unido durante 2016, como um esforço para convencer as pessoas a apoiar o Brexit (Wikipedia, 2021).

Conclusão

Concluindo, as crises econômicas de 2007-08, crise do subprime, e da pandemia da Covid-19 provocaram o uso da política de flexibilização monetária, conhecida como Quantative Easing (QA), para aumentar a oferta de moeda na economia. Coincidentemente, a aplicação desta política monetária as grandes empresas de tecnologia, conhecidas como Big Techs, tiveram uma forte alavancagem de lucratividade e valor de mercado, onde apenas em 2020 ganharam US$3,4 trilhões em valor de mercado. Este domínio das Big Techs acaba dando aos seus fundadores e executivos poderes desproporcionais na economia e na sociedade, a ponto de interferir na livre expressão de pensamento das pessoas, bloqueando contas de forma unilateral, alegando discursos de ódio e propagação de fake news. Esta situação preocupa os defensores da liberdade de expressão e coloca em risco o direito de cada pessoa buscar informações de forma livre e independente. Provavelmente, em 2021 com o anúncio de vários pacotes de auxílio a recuperação da economia global, através de QE, as Big Techs acabarão se tornando ainda mais poderosas.

Referências

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