Briefings Executivos
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Hidrogênio verde e vazamentos: por que o impacto climático pode ser indireto
Leia mais: Hidrogênio verde e vazamentos: por que o impacto climático pode ser indiretoO hidrogênio verde ganha espaço como vetor de descarbonização e como opção de armazenamento para fontes intermitentes. O ponto pouco discutido é que vazamentos de H₂ podem gerar aquecimento indireto ao alterar a química atmosférica e prolongar a permanência de gases críticos, além de favorecer efeitos adicionais no ar. A consequência é estratégica: projetos de hidrogênio precisam ser tratados como infraestrutura crítica, com prevenção, monitoramento contínuo, resposta rápida e trilha…
Artigos | Pesquisa & Desenvolvimento
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NVIDIA e o paradoxo do “recorde que não basta”
Leia mais: NVIDIA e o paradoxo do “recorde que não basta”Em fevereiro de 2026, a NVIDIA divulgou resultados históricos e, ainda assim, o mercado reagiu com cautela. Este artigo explica por que isso acontece quando a “régua” de expectativas sobe e mostra como, um ano antes, seria possível identificar esse regime com cenários prospectivos usando um mapa 2×2 e três sinais simples de monitoramento. Ao final, indicamos como aplicar o mesmo método para empresas no Brasil.
Destaques
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NVIDIA e o paradoxo do “recorde que não basta”
Em fevereiro de 2026, a NVIDIA divulgou resultados históricos e, ainda assim, o mercado reagiu com cautela. Este artigo explica por que isso acontece quando a “régua” de expectativas sobe…
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Mercado Livre de Energia no Brasil: como Open Energy e IA vão acelerar o varejo (Grupo B)
O mercado livre de energia (ACL) está migrando para lógica de varejo com a abertura gradual da baixa tensão (Grupo B). Este artigo mostra por que Open Energy e Inteligência…
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Hidrogênio verde e vazamentos: por que o impacto climático pode ser indireto
O hidrogênio verde ganha espaço como vetor de descarbonização e como opção de armazenamento para fontes intermitentes. O ponto pouco discutido é que vazamentos de H₂ podem gerar aquecimento indireto…
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Lei 14.300, GD e BESS na indústria: quando a rede deixa de ser “bateria virtual” e vira variável de risco
A Lei nº 14.300/2022 reposiciona a geração distribuída industrial ao reprecificar o uso da rede via Fio B e ao abrir o pós-transição do art. 17 para calibração regulatória pela…
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Angra 3 e SMRs: a decisão que define a energia firme para a economia digital brasileira
O Brasil enfrenta um ponto de decisão em infraestrutura crítica: concluir Angra 3 para estancar o custo anual da indefinição e transformar um ativo legado em energia firme para o…
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Interoperabilidade como guardrail técnico em infraestrutura crítica
Interoperabilidade é o guardrail técnico que impede contratos de infraestrutura crítica de virarem lock-in. Entenda como padrões abertos, testes multi-fornecedor e plano de saída reduzem custo de mudança, risco operacional…
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PPPs de iluminação pública como infraestrutura digital resiliente: o poste consolida o ecossistema de cidades inteligentes
O artigo demonstra como PPPs de iluminação pública deixam de ser apenas projetos de eficiência (LED e telegestão) e passam a operar como infraestrutura digital urbana. A tese conecta sensores…
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O eclipse do modelo de divisão tecnológica
O artigo analisa por que o modelo de separar TI e negócio falhou em gigantes industriais, gerando burocracia, atrasos e risco reputacional. A partir de casos como CARIAD (Volkswagen), General…
Sobre o Think Tank
O Think-Tank Tech & Energy oferece inteligência executiva e consultoria estratégica na convergência entre energia e tecnologia. Transformamos sinais de mercado e complexidade técnica (IA, data centers, redes, armazenamento, ESG e cibersegurança industrial) em direcionamento pronto para decisão para líderes.
Entregamos briefings objetivos, análises de cenários e recomendações priorizadas, com governança e rastreabilidade de evidências para suportar decisões de alta criticidade.
Também atuamos sob demanda em sessões estratégicas ao vivo: reuniões focadas para acelerar decisões, validar premissas, mapear riscos e estruturar um roadmap pragmático — do diagnóstico ao plano de execução.
Curadoria e autoria: Eduardo M. Fagundes.
