Artigos Técnicos · Energia · IA · Infraestrutura

Profundidade técnica para decisão estratégica.

Análises densas sobre tecnologias, arquitetura energética, data centers, IA, regulação, blockchain, armazenamento, eficiência energética e modelos econômicos da nova infraestrutura digital.

Os artigos técnicos aprofundam os fundamentos que sustentam as teses do Radar Estratégico: mecanismos causais, viabilidade tecnológica, impacto regulatório, riscos de implantação e implicações para engenharia, PMO, conselhos e liderança executiva.

Energia & Storage
IA & Automação
Data Centers
Blockchain & Governança
Camadas técnicas
Do fundamento tecnológico à implicação executiva
Fundamento técnico Como a tecnologia funciona e quais limites físicos, digitais ou regulatórios condicionam sua adoção.
Arquitetura e implantação Requisitos, integração, CAPEX, operação, governança e riscos de execução.
Implicação estratégica Como a tecnologia altera modelos de negócio, competitividade, resiliência e decisão de investimento.
3 leituras tecnologia, engenharia e estratégia conectadas em uma base de conhecimento aplicada.
  • Tecnologia: vilã e salvadora do trabalho no futuro

    Estima-se que existem 285 milhões de adultos fora do mercado de trabalho no mundo e, dos que trabalham, cerca de 100 milhões gostariam de trabalhar mais. Cerca de 30% a 45% da população economicamente ativa no mundo é subutilizada. Atualmente, existem cerca de 75 milhões de jovens desempregados. As mulheres representam um dos maiores grupos de trabalho inexplorados. Globalmente, cerca de 655 milhões de mulheres são menos economicamente ativas que os homens. Se, simplesmente, equiparássemos as mulheres aos homens poderíamos ter um crescimento de US$12 trilhões anuais do PIB até 2025, globalmente, valor equivalente a soma dos PIBs do Japão,…

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  • Onde colocar a TI na estrutura organizacional?

    A CTEEP, empresa que opera linhas de transmissão de alta tensão de energia, resolveu colocar a área de TI na estrutura organizacional de Operações, incluindo a parte corporativa. Ou seja, a OT (Operation Technology) absorveu a tradicional IT (Information Technology). Este fato, a princípio, nos leva a refletir onde é o melhor lugar da TI nas organizações. Entretanto, acredito que a pergunta certa é: “Como e quem deve gerenciar a tecnologia da informação nas organizações?

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  • Baixa participação de mulheres na gestão de TI no Brasil

    O importante prêmio de destaques de CIOs promovido pela IT Mídia mostrou a baixa participação de mulheres na gestão de TI no Brasil. Apenas 10% dos destaques eram mulheres, dentre 21 indicados, e igual percentual foram as vencedoras em duas categorias. Isto o mostra o mercado dominado pelos homens e baixa diversidade nas empresas. Na TI, pouca diversidade pode reduzir a criatividade das soluções e perpetuar antigos vícios organizacionais. Imagine, apenas por hipótese, que um CIO não queira arriscar mover seu BI (Business Intelligence) para Big Data & Analytics. Certamente, ele encontrará razões de sobra para convencer a alta direção…

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  • Terceirize ou automatize todos os processos repetitivos

    Quase todos os processos que possam ser repetidos deixam de agregar valor à empresa, principalmente quando você ultrapassa os 80% de eficiência. Se você desenvolveu um processo inovador e eficiente, a concorrência irá copia-lo em pouco tempo, deixando de ser o fator de competitividade da sua empresa. Isso significa que você não pode dedicar grandes esforços para administrar processos já consolidados. Nestes casos, terceirize ou automatize. Na maioria dos casos, a primeira opção é automatizar os processos. As novas tecnologias de inteligência artificial e RPA – Robotic Process Automation – garantem uma eficiência maior que as pessoas, quando os processos…

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  • A vulnerabilidade do setor elétrico brasileiro

    Os dirigentes das empresas do setor elétrico e o governo contam com a sorte no caótico cenário de segurança da informação no Brasil. Os centenários sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia contam com poucas defesas cibernética e utilizam equipamentos desprovidos de artefatos de segurança contra ataques de hackers. O argumento é que como as redes são privadas e isoladas, onde a probabilidade de um ataque seria reduzido. Infelizmente, este argumento não é válido, pois a maioria das violações de segurança nas empresas são internos, sejam intencionais ou não. As falhas humanas são responsáveis pela maioria dos incidentes no…

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  • Linearidade é coisa dos velhos tempos

    Confesso que estou escrevendo este post com um espírito de revolta. Não aguento mais a linearidade das coisa. O raciocínio das pessoas e as ferramentas de planejamento seguem uma linha cartesiana, influenciado por inúmeros dogmas e paradigmas criados por pessoas que conseguem influenciar outras, ou pela força ou com habilidades de persuasão. No mundo dos negócios, a linearidade define ações previsíveis que são facilmente copiadas e neutralizadas pela concorrência. Afinal, se todos usam os mesmos de modelos e possuem os mesmos paradigmas o resultado será sempre o mesmo. Temos que criar soluções realmente disruptivas que mudem os dogmas e paradigmas.

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  • Inteligência Artificial (IA) versus Aumento de Inteligência (AI)

    Essa discussão sobre Inteligência Artificial (IA) e Aumento de Inteligência (AI) existe desde a década de 50 do século passado. Em inglês, Artificial Intelligence (AI) e Intelligence Augmentation (IA). O retorno desta discussão é porque atualmente a tecnologia tornou realidade uma série de previsões do passado. O sucesso de Watson e dos BOTs (que substituirão os aplicativos móveis) despertam entusiasmo nos empreendedores e preocupação nas pessoas que ainda não conseguiram absorver as transformações que vivemos. O fato é que a Inteligência Artificial tão cedo não substituirá o pensamento criativo humano. Quem for criativo e ligado em novas tecnologias não precisa…

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