Sinais críticos. Cenários claros.
Briefings estruturados para transformar mudanças em energia, tecnologia, inteligência artificial, regulação, infraestrutura e capital em leitura executiva, cenários prospectivos e ações recomendadas.
Cada briefing responde cinco perguntas: o que mudou, por que importa, quais sinais sustentam a análise, quais cenários podem emergir e quais decisões devem entrar na agenda executiva.
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As concessionárias de energia precisam de subsídios para investirem em redes inteligentes?
A comissão de Ciência e Tecnologia (C&T) da Câmara dos Deputados aprovou, em maio de 2017, a criação do Programa Nacional de Redes Elétricas Inteligentes (PNREI) para converter as ultrapassadas redes de transmissão e distribuição para um modelo inteligente, a chamada Smart Grid, ao longo de 15 anos. Pessoalmente, acredito que não precisamos de apenas um programa de redes inteligentes e sim de um modelo energético inteligente. Este programa atende aos planos das concessionárias para reduzir os investimentos na implantação de novas tecnologias já consolidadas no resto do mundo. Entretanto, pelo atual modelo energético, em futuras revisões tarifarias o custo…
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As oportunidades com a nova Lei de Terceirização e da nova Lei Trabalhista
Para quem vive no ambiente de startups e desenvolvimento de negócios com jovens empreendedores as discussões sobre terceirização e nova lei trabalhista parecem chover no molhado e olhar pelo retrovisor. As novas leis apenas oferecem um olhar legal para coisas que são de senso comum no ambiente jovem e empreendedor de negócios. Entretanto, temos que lembrar que a maioria dos empregados brasileiros vivem uma outra realidade. Em março de 2017, o Ministério do Trabalho denunciou 68 empregadores por manterem trabalhadores em condições análogas à escravidão. Outro desafio para os trabalhadores será a eliminação de 47% dos atuais empregos nos próximos…
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Uso de modelos de gestão de prateleira perde espaço para ações de impacto de crescimento
Acompanhei uma discussão sobre o uso do modelo de negócios CANVAS, proposto por Alexander Osterwalder, de alguns de seus defensores. A discussão centrava em quem foi o primeiro a utilizar o modelo no Brasil e seus resultados. Aparentemente, o fato gerador foi uma crítica ao modelo. Como especialista em TI, utilizei muito modelos nos últimos anos, como Cobit, ITIL, PMI, ISO20000, ISO27000, SCRUM, entre outras. Na engenharia, usei como normas ABNT, ISO50001, ISO9001, ISO14000, entre outras. Como empreendedor, usei modelos de gestão como Matriz de Ansoff, CANVAS, Design Thinking, Oceano Azul, SWOT, Balanced Scorecard, entre outras.
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Para que servem os dados se não agimos para mudar?
Ser otimista demais com a tecnologia, sem uma resposta para seus impactos sociais e ambientais pode assustar algumas pessoas. A falta de uma análise holística do cenário global, focando apenas em fatos isolados e locais, reduzem a visão dos movimentos que acontecem no mundo. A superficialidade das informações, através de manchetes das redes sociais, reduzem a capacidade de análise. Não entender o que está acontecendo elimina o desenvolvimento de estratégias e revisão dos planos de ação para atuar em cenários futuros. Isto vale tanto para o lado pessoal como empresarial. As mudanças no emprego, dos modelos de negócios e modelos…
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Empreendedores acima de 50 anos
Uma questão não discutida na reforma da previdência pública no Brasil é o que a massa de trabalhadores acima de 50 anos fará até se aposentar. É possível que com o aumento da robotização a idade de empregabilidade caia, alguns especialistas falam em 35 anos para os menos qualificados. A saída está no empreendedorismo. A Kauffman Foundation diz que 26% dos novos empreendedores tinham entre 55-64 anos em 2015, comparado com 15% em 1997. Segundo a Business Insider, pessoas entre 55-64 anos têm a maior taxa de empreendedorismos dos últimos 10 anos. Uma reportagem do NY Times, diz que existem…
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Tecnologia: vilã e salvadora do trabalho no futuro
Estima-se que existem 285 milhões de adultos fora do mercado de trabalho no mundo e, dos que trabalham, cerca de 100 milhões gostariam de trabalhar mais. Cerca de 30% a 45% da população economicamente ativa no mundo é subutilizada. Atualmente, existem cerca de 75 milhões de jovens desempregados. As mulheres representam um dos maiores grupos de trabalho inexplorados. Globalmente, cerca de 655 milhões de mulheres são menos economicamente ativas que os homens. Se, simplesmente, equiparássemos as mulheres aos homens poderíamos ter um crescimento de US$12 trilhões anuais do PIB até 2025, globalmente, valor equivalente a soma dos PIBs do Japão,…
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Onde colocar a TI na estrutura organizacional?
A CTEEP, empresa que opera linhas de transmissão de alta tensão de energia, resolveu colocar a área de TI na estrutura organizacional de Operações, incluindo a parte corporativa. Ou seja, a OT (Operation Technology) absorveu a tradicional IT (Information Technology). Este fato, a princípio, nos leva a refletir onde é o melhor lugar da TI nas organizações. Entretanto, acredito que a pergunta certa é: “Como e quem deve gerenciar a tecnologia da informação nas organizações?
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