Artigos Técnicos · Energia · IA · Infraestrutura

Profundidade técnica para decisão estratégica.

Análises densas sobre tecnologias, arquitetura energética, data centers, IA, regulação, blockchain, armazenamento, eficiência energética e modelos econômicos da nova infraestrutura digital.

Os artigos técnicos aprofundam os fundamentos que sustentam as teses do Radar Estratégico: mecanismos causais, viabilidade tecnológica, impacto regulatório, riscos de implantação e implicações para engenharia, PMO, conselhos e liderança executiva.

Energia & Storage
IA & Automação
Data Centers
Blockchain & Governança
Camadas técnicas
Do fundamento tecnológico à implicação executiva
Fundamento técnico Como a tecnologia funciona e quais limites físicos, digitais ou regulatórios condicionam sua adoção.
Arquitetura e implantação Requisitos, integração, CAPEX, operação, governança e riscos de execução.
Implicação estratégica Como a tecnologia altera modelos de negócio, competitividade, resiliência e decisão de investimento.
3 leituras tecnologia, engenharia e estratégia conectadas em uma base de conhecimento aplicada.
  • Ainda precisamos de redes MPLS?

    Provavelmente, não. A ampliação da infraestrutura da Internet no Brasil permite o uso de novas tecnologias para transporte seguro de dados corporativos e melhor gerenciamento remoto dos equipamentos. Uma destas tecnologias é o SD-WAN (Software-defined wide-area network) implementada em dezenas de soluções de fornecedores.

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  • Quando vale a pena fazer um MBA?

    Deve-se investir em um MBA quando o retorno do investimento (payback) for atrativo. Alguns exemplos: você participa de um programa de trainee; prestes a assumir um cargo executivo; está envolvido em programas de transformação de negócios; ou, planeja lançar seu próprio negócio. Para cada uma destas situações você deve selecionar um programa de MBA alinhado com seus objetivos e disponibilidade de tempo e dinheiro.

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  • O mundo precisa de líderes disruptivos

    O verdadeiro líder disruptivo é aquele que torna seu propósito uma religião, transcendo sua visão além dos empregados, fornecedores e clientes. O propósito de Elon Musk de salvar a humanidade transcende as empresas Tesla, Solarcity, SpaceX e Neuralink. O propósito de Steve Jobs de mudar o mundo transcendeu a Apple, Next, Pixar e Disney. Os líderes disruptivos hoje têm propósitos voltados para a sustentabilidade do planeta e questões socioambientais que venham a melhorar a vida das pessoas, buscando tornar a humanidade melhor (ou salvá-la colonizando outros planetas, como deseja Elon Musk). Empresas que buscam apenas o lucro estão em desuso,…

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  • Cloud Computing deve ser classificado como infraestrutura crítica

    Infraestrutura crítica é definida como instalações, serviços, bens e sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão sério impacto social, econômico, político, internacional ou à segurança do Estado e da sociedade. Com o crescimento da adoção de serviços de Cloud Computing pelas empresas, inclusive governos e empresas de serviços públicos, é necessário elevar a classificação de serviços de computação em nuvem para “infraestrutura crítica” e adotar critérios comuns e auditáveis para avaliar a confiabilidade, disponibilidade e impacto de falha dos serviços. Um exemplo é o caso do ONS (Operador Nacional do Sistema), órgão criado pelo decreto Lei nº 9.648 em…

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  • A ingenuidade das pessoas com as redes sociais

    O Facebook está sendo acusado de permitir o acesso a dados de 50 milhões de usuários pela consultoria Cambridge Analytica, através do pesquisador Aleksandr Kogan do departamento de psicologia da Universidade de Cambridge, e que estas informações teriam influenciado a campanha presidencial que elegeu Donald Trump. Este é o negócio do Facebook e de outras redes sociais, fornecer dados a empresas para testar e treinar seus algoritmos de inteligência artificial para entender e influenciar os consumidores. Este fato tornou-se polêmico porque evidenciou que se bem usados (para o bem ou para o mau) os softwares de inteligência artificial podem até…

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  • Em inovação estamos na quarta divisão

    No Oiweek Open Innovation (março, 2018), evento que reuniu 100 startups para apresentar seus projetos para grandes empresas, um dos organizadores afirmou que o Brasil está na quarta divisão da inovação no cenário global, fazendo uma analogia com o futebol. Participei de um encontro de acadêmicos no evento, onde discutimos oportunidades da academia participar mais de projetos de inovação aberta. Entre encontro participaram pesquisadores, empreendedores e representantes de grandes empresas de várias áreas de interesse, mostrando a pluralidade dos projetos de inovação. Um dos comentários é existem várias iniciativas governamentais e fundos de incentivos, porém dispersos. Uma das sugestões foi…

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  • A velocidade de inovação das empresas tradicionais não é capaz de acompanhar o mercado

    As empresas já estabelecidas e com produtos e processos consolidados não conseguem sair do circulo de inovação incremental e possuem baixa capacidade de transformação. Mesmo empresas que conseguiram se adaptar as mudanças do mercado em tempos passados, hoje encontram dificuldades, caso da GE com perda do valor sua ações e uma dívida bilionária. Se analisarmos as noticias da mídia especializada em tecnologia, vemos que as inovações nas empresas tradicionais são melhorias de eficiência e adoção de práticas e tecnologias já existentes no mercado. As verdadeiras inovações estão nas startups, pouco divulgadas pela mídia e, consequentemente, reduzindo a capacidade de divulgação…

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