Estudos · Dados cruzados
Estudos.O que só aparece quando as fontes se cruzam.
Os achados mais relevantes do Radar xTech nascem do cruzamento de fontes que raramente são lidas juntas: regulação, operação da rede, preços, clima e movimentos de capital.
Cada estudo desenvolve um desses achados com dados técnicos e financeiros, fontes citadas e o calendário de decisão, para quem precisa agir antes que o tema vire notícia.
- EnergyTech
- CleanTech
- DeepTech
- FinTech
- AgTech
Por Eduardo Mayer Fagundes, engenheiro, ex-CIO da AES Eletropaulo e CEO da nMentors Engenharia.
Ilustração conceitual: o achado está na célula onde dois mundos se encontram, e cada estudo nasce de uma delas.
- 01O achadoO cruzamento que nenhuma fonte isolada mostra, explicado em uma tese.
- 02A evidênciaNúmeros técnicos e financeiros, cada um com a sua fonte, em figuras e tabelas.
- 03A janela para decidirO calendário dos marcos e os gatilhos que confirmam ou derrubam a tese.
Da coleta semanal do Radar xTech. O Radar mostra os sinais; o estudo aprofunda o achado que merece decisão.
Quem decide sobre energia, infraestrutura e investimento em um segmento de negócio específico.
A nMentors Engenharia e consultores associados aplicam essas bases em projetos de energia, infraestrutura e IA.
Acervo
Estudos publicados
Mais recentes primeiro. Os artigos técnicos anteriores continuam neste acervo.
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Disciplina de capital em tempos difíceis: o que a crise da Raízen ensina às startups
No Brasil de 2026, com a taxa Selic a 15% e o crescimento econômico perdendo tração, o mercado deixou de premiar promessas de longo prazo para exigir execução imediata . O recente pedido de recuperação extrajudicial da gigante Raízen, após apostas intensivas no etanol de segunda geração (E2G) sem a devida proteção de liquidez, serve como um alerta definitivo. Este artigo detalha por que o país vive um regime de “pessimismo indefinido” e oferece um playbook prático para startups: como adotar a disciplina de capital, focar no core business, fasear investimentos e vender eficiência operacional para sobreviver e crescer quando…
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A convergência IQ: A Nova Fronteira da Infraestrutura Crítica entre a Autonomia Digital e a Resiliência Energética
O artigo analisa a transição para a Era IQ, destacando como a integração entre inteligência artificial e redes 5G/6G é fundamental para a segurança nacional e para a resiliência do setor energético brasileiro diante da volatilidade climática.
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Playbook: Cidade Pronta para Datacenters
No competitivo mercado de infraestrutura crítica, investidores não compram intenções ou narrativas políticas; eles compram previsibilidade e cronograma. O playbook “CIDADE PRONTA PARA DATACENTERS: Da promessa à evidência”, de Eduardo Mayer Fagundes, é um manual prático que apresenta o inovador método Datacenter Design Lab. Através de 6 blocos operacionais e a implantação de um MVP em 90 dias, a obra orienta gestores públicos e empresários a substituírem o improviso por dados rastreáveis e governança sólida. Descubra como estruturar um Balcão Único eficiente, criar uma “máquina de evidências” com Inteligência Artificial e transformar seu município em um destino “decidível” para os…
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NVIDIA e o paradoxo do “recorde que não basta”
Em fevereiro de 2026, a NVIDIA divulgou resultados históricos e, ainda assim, o mercado reagiu com cautela. Este artigo explica por que isso acontece quando a “régua” de expectativas sobe e mostra como, um ano antes, seria possível identificar esse regime com cenários prospectivos usando um mapa 2×2 e três sinais simples de monitoramento. Ao final, indicamos como aplicar o mesmo método para empresas no Brasil.
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Mercado Livre de Energia no Brasil: como Open Energy e IA vão acelerar o varejo (Grupo B)
O mercado livre de energia (ACL) está migrando para lógica de varejo com a abertura gradual da baixa tensão (Grupo B). Este artigo mostra por que Open Energy e Inteligência Artificial deixam de ser “TI” e passam a ser infraestrutura crítica para aquisição, precificação, retenção e governança — com atenção a risco reputacional, LGPD, cibersegurança e exigências regulatórias.
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Interoperabilidade como guardrail técnico em infraestrutura crítica
Interoperabilidade é o guardrail técnico que impede contratos de infraestrutura crítica de virarem lock-in. Entenda como padrões abertos, testes multi-fornecedor e plano de saída reduzem custo de mudança, risco operacional e risco reputacional — com exemplos de energia (IEC 61850) e telecom (3GPP).
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O eclipse do modelo de divisão tecnológica
O artigo analisa por que o modelo de separar TI e negócio falhou em gigantes industriais, gerando burocracia, atrasos e risco reputacional. A partir de casos como CARIAD (Volkswagen), General Motors e Mercedes-Benz, conecta governança tecnológica, cibersegurança e ESGT à competitividade e à soberania operacional. Propõe a co-propriedade digital, com líderes de negócio responsáveis por resultados e uma TI central atuando como franqueadora de arquitetura, integração e segurança, com evidências auditáveis e disciplina de execução.






