Artigos Técnicos · Energia · IA · Infraestrutura

Profundidade técnica para decisão estratégica.

Análises densas sobre tecnologias, arquitetura energética, data centers, IA, regulação, blockchain, armazenamento, eficiência energética e modelos econômicos da nova infraestrutura digital.

Os artigos técnicos aprofundam os fundamentos que sustentam as teses do Radar Estratégico: mecanismos causais, viabilidade tecnológica, impacto regulatório, riscos de implantação e implicações para engenharia, PMO, conselhos e liderança executiva.

Energia & Storage
IA & Automação
Data Centers
Blockchain & Governança
Camadas técnicas
Do fundamento tecnológico à implicação executiva
Fundamento técnico Como a tecnologia funciona e quais limites físicos, digitais ou regulatórios condicionam sua adoção.
Arquitetura e implantação Requisitos, integração, CAPEX, operação, governança e riscos de execução.
Implicação estratégica Como a tecnologia altera modelos de negócio, competitividade, resiliência e decisão de investimento.
3 leituras tecnologia, engenharia e estratégia conectadas em uma base de conhecimento aplicada.
  • NVIDIA e o paradoxo do “recorde que não basta”

    NVIDIA e o paradoxo do “recorde que não basta”

    Em fevereiro de 2026, a NVIDIA divulgou resultados históricos e, ainda assim, o mercado reagiu com cautela. Este artigo explica por que isso acontece quando a “régua” de expectativas sobe e mostra como, um ano antes, seria possível identificar esse regime com cenários prospectivos usando um mapa 2×2 e três sinais simples de monitoramento. Ao final, indicamos como aplicar o mesmo método para empresas no Brasil.

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  • Mercado Livre de Energia no Brasil: como Open Energy e IA vão acelerar o varejo (Grupo B)

    Mercado Livre de Energia no Brasil: como Open Energy e IA vão acelerar o varejo (Grupo B)

    O mercado livre de energia (ACL) está migrando para lógica de varejo com a abertura gradual da baixa tensão (Grupo B). Este artigo mostra por que Open Energy e Inteligência Artificial deixam de ser “TI” e passam a ser infraestrutura crítica para aquisição, precificação, retenção e governança — com atenção a risco reputacional, LGPD, cibersegurança e exigências regulatórias.

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  • Interoperabilidade como guardrail técnico em infraestrutura crítica

    Interoperabilidade como guardrail técnico em infraestrutura crítica

    Interoperabilidade é o guardrail técnico que impede contratos de infraestrutura crítica de virarem lock-in. Entenda como padrões abertos, testes multi-fornecedor e plano de saída reduzem custo de mudança, risco operacional e risco reputacional — com exemplos de energia (IEC 61850) e telecom (3GPP).

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  • O eclipse do modelo de divisão tecnológica

    O eclipse do modelo de divisão tecnológica

    O artigo analisa por que o modelo de separar TI e negócio falhou em gigantes industriais, gerando burocracia, atrasos e risco reputacional. A partir de casos como CARIAD (Volkswagen), General Motors e Mercedes-Benz, conecta governança tecnológica, cibersegurança e ESGT à competitividade e à soberania operacional. Propõe a co-propriedade digital, com líderes de negócio responsáveis por resultados e uma TI central atuando como franqueadora de arquitetura, integração e segurança, com evidências auditáveis e disciplina de execução.

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  • O papel estratégico dos ERPs na modernização do setor elétrico brasileiro: metodologia replicável de benchmarking para PMEs na transição energética 3D

    O papel estratégico dos ERPs na modernização do setor elétrico brasileiro: metodologia replicável de benchmarking para PMEs na transição energética 3D

    O artigo técnico propõe uma metodologia replicável, orientada a risco e baseada em evidências, para benchmark de ERPs aplicáveis a PMEs do setor elétrico brasileiro. O estudo enquadra requisitos críticos de conformidade (NF3e e evolução do ecossistema DFe) e de adaptação à Reforma Tributária do Consumo (IBS/CBS em 2026), além de avaliar extensibilidade, integração via API, governança de mudanças e continuidade operacional. Inclui aplicação demonstrativa em três arquétipos de plataforma (governança/clean core, capilaridade fiscal e SaaS API-first) e recomendações por perfil de negócio, com apoio de infográfico executivo.

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  • Gás Natural e Data Centers no Brasil (2026–2035): Behind-the-Meter, Transmissão e a Tese de Cogeração/Trigeração

    Gás Natural e Data Centers no Brasil (2026–2035): Behind-the-Meter, Transmissão e a Tese de Cogeração/Trigeração

    A explosão de cargas de IA/HPC está pressionando a transmissão e elevando o risco de time-to-connect para novos data centers no Brasil. Este post apresenta a tese do gás natural como ativo de firmeza e flexibilidade na transição energética, destacando oportunidades em regiões com gasodutos e o papel do “gasoduto virtual” via logística criogênica (GNL) onde não há malha. Inclui ainda a publicação do artigo técnico do Tech & Energy Think Tank (PT/EN), com metodologia auditável de EVTE para CHP/CCHP.

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  • Soberania Digital e Energia: Por que a Hiperescala de IA Exige uma Estratégia Nuclear no Brasil

    Soberania Digital e Energia: Por que a Hiperescala de IA Exige uma Estratégia Nuclear no Brasil

    Introdução: A Era do Terawatt-hora A infraestrutura global de Tecnologia da Informação atravessa um ponto de inflexão. A transição de cargas de trabalho lineares para o processamento estocástico e massivo exigido pela Inteligência Artificial (IA) generativa inaugurou o que chamamos de “Era do Terawatt-hora”. Neste novo cenário, a energia elétrica deixa de ser apenas um custo operacional (OPEX) para se tornar o principal gargalo de escalabilidade tecnológica. O Brasil, com sua matriz elétrica majoritariamente renovável, parece estar em uma posição privilegiada. No entanto, um novo estudo técnico que desenvolvemos aponta para um paradoxo: a abundância de energia (MWh) não se traduz necessariamente na potência…

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