Artigos Técnicos · Energia · IA · Infraestrutura

Profundidade técnica para decisão estratégica.

Análises densas sobre tecnologias, arquitetura energética, data centers, IA, regulação, blockchain, armazenamento, eficiência energética e modelos econômicos da nova infraestrutura digital.

Os artigos técnicos aprofundam os fundamentos que sustentam as teses do Radar Estratégico: mecanismos causais, viabilidade tecnológica, impacto regulatório, riscos de implantação e implicações para engenharia, PMO, conselhos e liderança executiva.

Energia & Storage
IA & Automação
Data Centers
Blockchain & Governança
Camadas técnicas
Do fundamento tecnológico à implicação executiva
Fundamento técnico Como a tecnologia funciona e quais limites físicos, digitais ou regulatórios condicionam sua adoção.
Arquitetura e implantação Requisitos, integração, CAPEX, operação, governança e riscos de execução.
Implicação estratégica Como a tecnologia altera modelos de negócio, competitividade, resiliência e decisão de investimento.
3 leituras tecnologia, engenharia e estratégia conectadas em uma base de conhecimento aplicada.
  • Uma aposta do governo para financiar grandes obras…

    Uma aposta do governo para financiar grandes obras é a emissão de debêntures de infraestrutura.

    ·


  • Precisamos de novas fontes de financiamento à infr…

    Precisamos de novas fontes de financiamento à infraestrutura além do BNDES para acelerar o crédito a grandes projetos no Brasil.

    ·


  • Representantes de Vendas de TI, Inovação, BYOD e Cloud Computing

    Empresas de software em ambiente Cloud Computing trabalham com margens de lucros pequenas e devem compensar com grandes volumes de vendas. A adoção de BYOD (Bring You Own Device) pelas empresas, que deixam de comprar computadores e smartphones, reduz a venda de equipamentos e serviços associados. Esse novo cenário requer uma transformação radical nas abordagens de vendas. Os custos de manter representantes de vendas com apenas o portfólio de produtos da empresa fica inviável. Os profissionais de vendas devem se transformar em agentes de inovação e ter um portfólio de soluções abrangente, incluindo soluções de outras empresas. O novo perfil…

    ·

    ,

  • Inovação Aberta

    A inovação aberta é quando uma organização busca externamente soluções para seus desafios internos ou de seus clientes. As soluções são potencializadas quando são combinadas as contribuições externas com as internas. Isso faz diminuir o ciclo de desenvolvimento do produto ou serviço e agregar mais valor as soluções. Existem várias formas de buscar inovação externas: criando desafios tecnológicos para a comunidade, incluindo universidades; trabalhar com o conceito de co-criação; fomentar projetos em centros de pesquisas; utilizar intensivamente redes de colaboração através da Internet; utilizar modelos de crowdsourcing, onde a organização remunera a melhor ideia; contratar “technology brokers” para facilitar a…

    ·

    , ,

  • Os CEOs devem assumir o papel dos CIOs

    Esse vídeo argumenta a proposta de transferir para os CEOs (Chief Executive Officer) o papel estratégico dos CIOs (Chief Information Officer). Um estudo da IBM com CEOs em todo o mundo mostrou que a tecnologia está no topo das atenções. Pressionados pela inovação, os CEOs concentram a atenção nos clientes e em formar uma organização mais colaborativa. A busca pela inovação externa e a entrada em mercados totalmente diferentes são citados pela maioria dos entrevistados. A tecnologia é parte fundamental nesse processo de transformação das organizações. Desta forma, os CEOs devem se envolver mais nos assuntos de tecnologia e assumir…

    ·

    , ,

  • O que é inovação disruptiva?

    Assista o vídeo sobre inovação disruptiva. Esse vídeo explica o que uma inovação disruptiva com exemplos de produtos. Uma inovação evolutiva adiciona novas funcionalidades aos produtos e serviços, não necessariamente exigidas pelos clientes. Um inovação disruptiva é quando um produto ou serviço atende com simplicidade e baixo custo as necessidades essenciais dos clientes. Com isso é possível atingir novos mercados e não consumidores.

    ·

    , ,

  • Mudança de paradigma no mercado de crédito de carbono

    A preocupação com o meio ambiente levou os países da Organização das Nações Unidas a assinarem um acordo que estipulasse controle sobre as intervenções humanas no clima. Este acordo nasceu em dezembro de 1999 com a assinatura do Protocolo de Kyoto. Os países desenvolvidos signatários devem reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 5,2%, em média, relativas ao ano de 1990, entre 2008 e 2012. Esse período é conhecido como primeiro período de compromisso. Para não comprometer as economias desses países, o protocolo estabeleceu que parte desta redução possa ser através da compra crédito de carbono. Os créditos…

    ·