São Paulo crescerá mais se os prefeitos assumirem a responsabilidade pela qualidade da energia

O estado de São Paulo possui uma das maiores economias da América do Sul. Apenas a cidade de São Paulo, se fosse um país seria a 34ª maior economia do mundo e a quinta na América do Sul. O estado de São Paulo lidera o ranking de “estados do futuro” na América do Sul, segundo a FDI Magazine do grupo do Financial Times. Logicamente, quem pretende investir no Brasil, o estado e a cidade de São Paulo são as primeiras opções para se avaliar. Um dos principais indicadores para a seleção de uma cidade para se investir é a qualidade da energia, que é a segunda maior despesa em muitas empresas, perdendo apenas para a folha de pagamento. Neste quesito, a cidade de São Paulo perde para outras regiões do estado. Uma opção que pode ser mais atraente é Campinas, considerada o Vale do Silício Brasileiro, segundo a mesma publicação do Financial Times. O aumentar da velocidade de crescimento das cidades só acontecerá se os prefeitos articularem parcerias com as concessionárias para criar uma infraestrutura eficiente para atrair novos investimentos, incluindo a qualidade da energia elétrica. Continue lendo “São Paulo crescerá mais se os prefeitos assumirem a responsabilidade pela qualidade da energia”

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A vulnerabilidade do setor elétrico brasileiro

Os dirigentes das empresas do setor elétrico e o governo contam com a sorte no caótico cenário de segurança da informação no Brasil. Os centenários sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia contam com poucas defesas cibernética e utilizam equipamentos desprovidos de artefatos de segurança contra ataques de hackers. O argumento é que como as redes são privadas e isoladas, onde a probabilidade de um ataque seria reduzido. Infelizmente, este argumento não é válido, pois a maioria das violações de segurança nas empresas são internos, sejam intencionais ou não. As falhas humanas são responsáveis pela maioria dos incidentes no nas empresas. A grande expectativa é que investimentos em redes inteligentes possam resolver este problema. Entretanto, os investimentos são pequenos nesta área, praticamente, os que existem são financiados por verba obrigatórias de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Aneel. As empresas alegavam que como a Aneel se recusa a amortizar os investimentos nas tarifas, eles deixam de ser atraentes. Tentar discutir com as empresas do setor que isto aumentaria a segurança e reduziria os gastos de operação não funciona, pois elas já não cumprem os índices de qualidade de serviço da Aneel e o modelo de revisão tarifária penaliza quem reduz custos operacionais. Ou seja, apesar de existir um potencial risco de ataques de hackers, que prejudicaria milhões de pessoas, não existe uma iniciativa concreta para resolver o problema.  Continue lendo “A vulnerabilidade do setor elétrico brasileiro”

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Linearidade é coisa dos velhos tempos

Confesso que estou escrevendo este post com um espírito de revolta. Não aguento mais a linearidade das coisa. O raciocínio das pessoas e as ferramentas de planejamento seguem uma linha cartesiana, influenciado por inúmeros dogmas e paradigmas criados por pessoas que conseguem influenciar outras, ou pela força ou com habilidades de persuasão. No mundo dos negócios, a linearidade define ações previsíveis que são facilmente copiadas e neutralizadas pela concorrência. Afinal, se todos usam os mesmos de modelos e possuem os mesmos paradigmas o resultado será sempre o mesmo. Temos que criar soluções realmente disruptivas que mudem os dogmas e paradigmas. Continue lendo “Linearidade é coisa dos velhos tempos”

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Inteligência Artificial (IA) versus Aumento de Inteligência (AI)

Essa discussão sobre Inteligência Artificial (IA) e Aumento de Inteligência (AI) existe desde a década de 50 do século passado. Em inglês, Artificial Intelligence (AI) e Intelligence Augmentation (IA). O retorno desta discussão é porque atualmente a tecnologia tornou realidade uma série de previsões do passado. O sucesso de Watson e dos BOTs (que substituirão os aplicativos móveis) despertam entusiasmo nos empreendedores e preocupação nas pessoas que ainda não conseguiram absorver as transformações que vivemos. O fato é que a Inteligência Artificial tão cedo não substituirá o pensamento criativo humano. Quem for criativo e ligado em novas tecnologias não precisa se preocupar em perder o emprego, muito pelo contrário, deve se preparar para voos mais altos. Agora, para aqueles que fazem trabalho repetitivo, por mais que achem que usam inteligência para isso, estes farão parte do contingente de 7 milhões de trabalhadores que perderão o emprego até 2020. Continue lendo “Inteligência Artificial (IA) versus Aumento de Inteligência (AI)”

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Sistemas de IA devem “pensar” como a sua organização, para o bem ou para o mal

Nas empresas, um sistema de Inteligência Artificial (IA) analisa e sugere decisões a partir de regras e ações que a cultura da organização entende como corretas, tanto para o bem como para o mal. Podemos aplicar regras seguindo a legislação e as boas práticas de negócios ou aplicar regras para o sistema trapacear. O aprendizado de um sistema de IA não toma decisões, imediatamente, depois do software instalado. É necessário um longo período de preparação para selecionar dados, definir e testar regras, simular e monitorar seus resultados. Quanto mais tempo e especialistas de negócios estiverem envolvidos no projeto, maior será a eficiência do sistema de IA. Dinheiro ajuda muito, porém não elimina determinadas etapas no desenvolvimento de um sistema robusto de IA. Continue lendo “Sistemas de IA devem “pensar” como a sua organização, para o bem ou para o mal”

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