Inteligência Artificial (IA) versus Aumento de Inteligência (AI)

Essa discussão sobre Inteligência Artificial (IA) e Aumento de Inteligência (AI) existe desde a década de 50 do século passado. Em inglês, Artificial Intelligence (AI) e Intelligence Augmentation (IA). O retorno desta discussão é porque atualmente a tecnologia tornou realidade uma série de previsões do passado. O sucesso de Watson e dos BOTs (que substituirão os aplicativos móveis) despertam entusiasmo nos empreendedores e preocupação nas pessoas que ainda não conseguiram absorver as transformações que vivemos. O fato é que a Inteligência Artificial tão cedo não substituirá o pensamento criativo humano. Quem for criativo e ligado em novas tecnologias não precisa se preocupar em perder o emprego, muito pelo contrário, deve se preparar para voos mais altos. Agora, para aqueles que fazem trabalho repetitivo, por mais que achem que usam inteligência para isso, estes farão parte do contingente de 7 milhões de trabalhadores que perderão o emprego até 2020. Continue lendo “Inteligência Artificial (IA) versus Aumento de Inteligência (AI)”

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Sistemas de IA devem “pensar” como a sua organização, para o bem ou para o mal

Nas empresas, um sistema de Inteligência Artificial (IA) analisa e sugere decisões a partir de regras e ações que a cultura da organização entende como corretas, tanto para o bem como para o mal. Podemos aplicar regras seguindo a legislação e as boas práticas de negócios ou aplicar regras para o sistema trapacear. O aprendizado de um sistema de IA não toma decisões, imediatamente, depois do software instalado. É necessário um longo período de preparação para selecionar dados, definir e testar regras, simular e monitorar seus resultados. Quanto mais tempo e especialistas de negócios estiverem envolvidos no projeto, maior será a eficiência do sistema de IA. Dinheiro ajuda muito, porém não elimina determinadas etapas no desenvolvimento de um sistema robusto de IA. Continue lendo “Sistemas de IA devem “pensar” como a sua organização, para o bem ou para o mal”

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A crise econômica está em grupos de velhas ideias

Em 2016, 4.834 empresas brasileiras exportaram pela primeira vez, quase a metade do estado de São Paulo. Isto mostra a competência de alguns empresários para enfrentarem a crise econômica no país. Algumas competências exigidas para novos negócios, como cientistas de dados, são escassas no pais, e isso que muitas empresas tradicionais ainda não viram necessidade disso. Muitos produtos e serviços tradicionais já foram destruídos por novos conceitos, como aluguel de vídeo e compra de CDs pelo Netflix e Spotify. É bem verdade que a renda das pessoas está caindo, porém elas continuam suprindo seus desejos e necessidades de consumo com novos produtos. Empresas que insistem em comercializar produtos tradicionais estão em dificuldades devido a queda da renda dos consumidores. Empresas com novos conceitos estão bombando, algumas atingindo metas na metade do ano. Isto nos leva a pensar que a crise econômica está nas empresas que ainda não entenderam a transformação do mercado e em grupos de pessoas que insistem em não mudar seus hábitos de consumo. Continue lendo “A crise econômica está em grupos de velhas ideias”

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Uma estratégia para implantar IA e Machine Learning nas empresas

As tecnologias de inteligência artificial (IA) e ferramentas avançadas de Machine Learning (ML) estão no topo da lista de tendências tecnológicas do Gartner para 2017. Muito se comenta sobre essas tecnologias e seus impactos nos negócios e na sociedade. Alguns até invocam o temos da substituição do homem pelas máquinas. Os conceitos não são novos. O que temos hoje é alta capacidade de processamento e armazenamento com novas tecnologias em ambientes escaláveis de Cloud Computing. Entretanto, seguindo os modelos atuais de tomada de decisão é difícil aprovar um projeto de IA e ML, pois os resultados financeiros são incertos. A solução é elaborar um protótipo de aplicação em parceria com uma Universidade. Continue lendo “Uma estratégia para implantar IA e Machine Learning nas empresas”

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Os CTOs substituirão os CIOs como líderes de TI nas organizações?

Os Chief Technology Officer (CTO) são responsáveis pela infraestrutura de TI nas organizações, normalmente, reportando para o Chief Information Officer (CIO), responsável por toda a área de TI. A introdução de novas tecnologias, ligadas diretamente aos produtos e intimamente ligadas aos processos de negócios, faz com que os gestores de processos e desenvolvedores de produtos incorporem cada vez mais a TI no seu dia a dia, criando equipes especializadas para Analytics, Machine Learning, Robótica, Internet of Things, aplicações em SaaS (Software as a Services). A nova revolução industrial – a Indústria 4.0 – acelerará as transformações nas organizações. Muitas vezes, o CIO fica alheio a estas iniciativas pela incapacidade de lidar com tanta diversidade, entretanto, o CTO acaba sendo envolvido para oferecer apoio de infraestrutura. Podemos chegar a um limite onde as áreas de negócios assumirão as responsabilidades de desenvolvimento de software e os CTOs ficarão com a responsabilidade de prover e garantir a infraestrutura, tornando-se líderes de TI nas organizações. Continue lendo “Os CTOs substituirão os CIOs como líderes de TI nas organizações?”

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