Uso de modelos de gestão de prateleira perde espaço para ações de impacto de crescimento

Acompanhei uma discussão sobre o uso do modelo de negócios CANVAS, proposto por Alexander Osterwalder, de alguns de seus defensores. A discussão centrava em quem foi o primeiro a utilizar o modelo no Brasil e seus resultados. Aparentemente, o fato gerador foi uma crítica ao modelo. Como especialista em TI, utilizei muito modelos nos últimos anos, como Cobit, ITIL, PMI, ISO20000, ISO27000, SCRUM, entre outras. Na engenharia, usei como normas ABNT, ISO50001, ISO9001, ISO14000, entre outras. Como empreendedor, usei modelos de gestão como Matriz de Ansoff, CANVAS, Design Thinking, Oceano Azul, SWOT, Balanced Scorecard, entre outras. Continue lendo “Uso de modelos de gestão de prateleira perde espaço para ações de impacto de crescimento”

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Para que servem os dados se não agimos para mudar?

Ser otimista demais com a tecnologia, sem uma resposta para seus impactos sociais e ambientais pode assustar algumas pessoas. A falta de uma análise holística do cenário global, focando apenas em fatos isolados e locais, reduzem a visão dos movimentos que acontecem no mundo. A superficialidade das informações, através de manchetes das redes sociais, reduzem a capacidade de análise. Não entender o que está acontecendo elimina o desenvolvimento de estratégias e revisão dos planos de ação para atuar em cenários futuros. Isto vale tanto para o lado pessoal como empresarial. As mudanças no emprego, dos modelos de negócios e modelos de governo trarão maiores impactos para pessoas e empresas passivas, que esperam as mudanças acontecerem para reagir. Infelizmente, para elas a adaptação será muito mais difícil que no passado. Continue lendo “Para que servem os dados se não agimos para mudar?”

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Empreendedores acima de 50 anos

Uma questão não discutida na reforma da previdência pública no Brasil é o que a massa de trabalhadores acima de 50 anos fará até se aposentar. É possível que com o aumento da robotização a idade de empregabilidade caia, alguns especialistas falam em 35 anos para os menos qualificados. A saída está no empreendedorismo. A Kauffman Foundation diz que 26% dos novos empreendedores tinham entre 55-64 anos em 2015, comparado com 15% em 1997.  Segundo a Business Insider, pessoas entre 55-64 anos têm a maior taxa de empreendedorismos dos últimos 10 anos. Uma reportagem do NY Times, diz que existem mais de 5 milhões de empreendedores acima de 55 anos nos Estados Unidos. Estes dados oferecem bons insights para a vida após os 50 anos (ou antes). Continue lendo “Empreendedores acima de 50 anos”

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Tecnologia: vilã e salvadora do trabalho no futuro

Estima-se que existem 285 milhões de adultos fora do mercado de trabalho no mundo e, dos que trabalham, cerca de 100 milhões gostariam de trabalhar mais. Cerca de 30% a 45% da população economicamente ativa no mundo é subutilizada. Atualmente, existem cerca de 75 milhões de jovens desempregados. As mulheres representam um dos maiores grupos de trabalho inexplorados. Globalmente, cerca de 655 milhões de mulheres são menos economicamente ativas que os homens. Se, simplesmente, equiparássemos as mulheres aos homens poderíamos ter um crescimento de US$12 trilhões anuais do PIB até 2025, globalmente, valor equivalente a soma dos PIBs do Japão, Alemanha e Reino Unido. Em 2015, aproximadamente, 247 milhões de pessoas moravam em países que não nasceram, número que triplicou nos últimos 50 anos. Para este grupo de migrantes, os salários são entre 20% e 30% menores que os nativos. A automação (ou robotização) das atividades de trabalho pode chegar a 15% e 20% das categorias de trabalhadores de média qualificação. Cerca de 60% de todas as atividades podem ser, no mínimo, 30% automatizadas. Alguns cálculos demonstram que a tecnologia de automação pode afetar 1,2 bilhões de trabalhadores e cerca de US$14,6 trilhões em salários, em cerca de 50% da economia mundial. Paradoxalmente, enquanto a tecnologia destrói empregos, ela é a solução para a maioria das pessoas. Continue lendo “Tecnologia: vilã e salvadora do trabalho no futuro”

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Onde colocar a TI na estrutura organizacional?

A CTEEP, empresa que opera linhas de transmissão de alta tensão de energia, resolveu colocar a área de TI na estrutura organizacional de Operações, incluindo a parte corporativa. Ou seja, a OT (Operation Technology) absorveu a tradicional IT (Information Technology). Este fato, a princípio, nos leva a refletir onde é o melhor lugar da TI nas organizações. Entretanto, acredito que a pergunta certa é: “Como e quem deve gerenciar a tecnologia da informação nas organizações? Continue lendo “Onde colocar a TI na estrutura organizacional?”

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