Até 2025, o modelo econômico chinês será dominante

Estamos caminhando para adotar o modelo econômico chinês. A capacidade de produção chinesa e de outros países da Ásia desequilibrou os preços dos produtos no mundo. Os efeitos da globalização afetam todos os países e exigem estratégias de Estado e dos empresários para potencializar ou mitigar seus impactos.

As previsões apontam que até 2025 o modelo econômico dominante será o chinês. Se a maioria das empresas e governos acreditarem nessas previsões, elas acontecerão. Ao que tudo indica, poucas pessoas duvidam disso.

Nesse cenário prospectivo, a inovação é fundamental e será o fator que selecionará os mais aptos a competir no mercado internacional. O ponto chave será embarcar inteligência em todos (com grifo) produtos. Desta forma, o preço do produto não será definido pelos materiais e seus custos de produção, mas pelo seu valor agregado em poder se adaptar ao comportamento de cada indivíduo.

Veja o exemplo de um vaso sanitário inteligente que pode medir a temperatura e fazer a análise da urina das pessoas, trazendo enormes benefícios para idosos que vivem sozinhos. Outro exemplo, são as pulseiras e tênis inteligentes que podem monitorar as atividades físicas das pessoas e enviar os dados para os preparadores físicos e médicos para receber novas orientações de exercícios físicos.

A implementação dessas facilidades depende de sensores remotos baratos, software, conectividade com a Internet, processamento e, essencialmente, capacidade de inovação.

Dentro desse contexto, quatro coisas estão envolvidas: técnicas de inovação, Internet das Coisas (IoT), Big Data e Cloud Computing. Para fazer uso de tudo isso é, fundamental, a educação e motivação para que os empreendedores desenvolvam projetos inovadores.

A formação de engenheiro e tecnólogos é uma questão de segurança nacional para proteger as empresas da concorrência internacional. Entretanto, se não criarmos oportunidades de trabalho para os jovens a geração nem-nem irá aumentar ainda mais.

Como consultor, recomendo que o foco das empresas deve ser em colocar inteligência nos seus produtos. Essa é uma forma de criar uma cultura de inovação e se preparar para o novo modelo econômico de 2025.

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