Profundidade técnica para decisão estratégica.
Análises densas sobre tecnologias, arquitetura energética, data centers, IA, regulação, blockchain, armazenamento, eficiência energética e modelos econômicos da nova infraestrutura digital.
Os artigos técnicos aprofundam os fundamentos que sustentam as teses do Radar Estratégico: mecanismos causais, viabilidade tecnológica, impacto regulatório, riscos de implantação e implicações para engenharia, PMO, conselhos e liderança executiva.
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Inovação disruptiva, a solução para a indústria nacional
Infelizmente, os indicadores mostram a primarização da nossa economia, ou seja, nossa indústria está regredindo e o agronegócio se consolida como o principal motor de exportação. A crise que assola o Brasil provocado, segundo alguns especialistas, pela dosagem equivocada de subsídios a indústria e ao forte incentivo ao consumo desestabilizou a economia. Essa crise chegou no momento onde a economia internacional começa a se recuperar e pega nossa indústria sem capacidade de competir no cenário internacional. Isso nos tira das grandes cadeias globais de fornecimento, deixando nossa indústria isolada do resto do mundo. O problema é agravado pelos altos impostos…
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Constelação de satélites miniaturas para mapear o planeta
Os satélites têm o tamanho de um carro, normalmente. Talvez, uma exceção seja o satélite espião NROL-32, lançado pelos Estados Unidos em 2010 que tem uma antena de aproximadamente 100 metros. Entretanto, parece que as coisas estão mudando. A Planet Labs, uma startup californiana fundada em 2012, está desenvolvendo satélites do tamanho de caixas de sapatos. Em 2014, eles lançaram o Flock 1, uma rede de 28 pequenos satélites, constituindo hoje a maior constelação de satélites do mundo. A foto mostra os pequenos satélites sendo lançados da Estação Espacial Internacional em fevereiro de 2014. O projeto tem várias aplicações comerciais,…
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As mais inovadoras de TI: Google, Apple, Amazon e Microsoft
Uma pesquisa da TechPro publicada em abril de 2015, apontou as empresas de TI mais inovadoras. A pesquisa envolveu 363 tomadores de decisão de várias empresas de setores diferentes. Interessante observar que duas empresas, Google e Amazon, foram criadas na era da Internet e as outras, Apple e Microsoft, foram disruptivas na sua época, com o lançamento dos computadores pessoais. A característica comum entre elas é que nasceram com uma visão de inovação e continuam até hoje.
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A guerra dos sistemas operacionais para IoT
A Huawei anunciou seu sistema operacional para IoT no dia 20 de maio, o LiteOS consume apenas 10kB. Segundo a Huawei, gigante chinesa de equipamentos de telecomunicações, ela não pretende fabricar dispositivos de hardware para IoT, entretanto, quer participar ativamente no mercado que prevê a existência de 100 bilhões de dispositivos IoT em 2025. A Google está desenvolvendo o seu sistema operacional de codinome “Brillo”, desenhado para operar com baixo consumo de energia e poucos recursos dos dispositivos de IoT. O sistema operacional deverá consumir entre 32MB e 64MB de RAM. A Microsoft deverá ter uma versão do Windows 10…
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DCIM e a integração das equipes de data centers e facilities
A gestão dos serviços de TI e telecomunicações está bem resolvida com frameworks internacionais como Cobit, ITIL, ISO 20.000 e outros. A gestão das facilities é apoiada por boas práticas de manutenção e frameworks ISO 9001, ISO 50.001 e outras. Entretanto, raramente, encontramos na operação dos data centers uma sinergia e práticas integradas e automatizadas dos processos de TI e facilities. Essa falta de integração e automação de processos leva a erros humanos e redução da disponibilidade dos serviços. O desafio é grande, pois essas áreas são gerenciadas por equipes e linhas de comando diferentes. Cada uma buscando resultados distintos,…
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Nuvem híbrida a arma da Microsoft e IBM contra a Amazon e Google
A Amazon Web Services (AWS) e a Google utilizam suas próprias infraestruturas de data centers para vender serviços para Cloud Computing para o mercado. Com preços extremamente atrativos e pioneiros no mercado obtiveram vantagens competitivas sobre os tradicionais fornecedores de ambientes de processamento on-premise, como a Microsoft e IBM. Tanto a Microsoft com o Azure e a IBM com as aquisições da Softlayer e a liberação de serviços do seu supercomputador Watson estão correndo atrás da AWS e Google. Entretanto, tanto IBM como Microsoft têm uma vantagem nessa briga. Ambas, conseguem oferecer serviços de nuvem híbrida. Essa facilidade pode ser…
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