Autor: Eduardo Fagundes

  • A transformação das empresas de telecomunicações

    Falar que o mundo está em contínua transformação não é novidade. O estranho é que muitas pessoas e empresas (obviamente, formadas por pessoas) não percebem as mudanças e continuam a agir da mesma forma.

    A Ford já declarou que não é mais uma fabricante de carros, mas uma empresa de mobilidade. A Volkswagen deve ser a principal impulsionará da estratégia da Alemanha de eliminar a produção de carros com motores a combustão até 2030, substituindo por carros elétricos.

    As empresas de telecomunicações estão se transformando em empresas de mídia. A Comcast comprou a NBCUniversal por US$30 bilhões, a Verizon adquiriu o Huffington Post e o Yahoo, e agora a AT&T anunciou a compra da TimeWarner por US$85,4 bilhões, levando com isso a HBO, CNN, TNT, Carton Network entre outras. (mais…)

  • Gestão do Conhecimento vem antes da Computação Cognitiva

    As apresentações sobre Big Data, Analytics e Computação Cognitiva que assisto, normalmente, estão centradas na tecnologia, comentando de forma genérica os resultados e pouco sobre os modelos computacionais e, principalmente, o pré-requisito fundamental para uma implementação com sucesso: a gestão do conhecimento.

    Se analisarmos as definições de inteligência artificial em diferentes perspectivas, vemos que o princípio é fazer os computadores pensarem e executarem tarefas como humanos. Para isso, temos que ensinar os computadores (digo, software). (mais…)

  • Alemanha proibirá fabricação de carros com motor a combustão em 2030

    Mais uma vez a Alemanha surpreende com uma decisão para reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Proibirá a fabricação de carros com motores a combustão em 2030 e a circulação de carros a gasolina e diesel em 2050. O governo investirá US$1,3 bilhão para subsidiar a compra de carros elétricos até 2019, com US$4,4 mil por carro. Para carros híbridos o subsidio será de US$3,3 mil. A mesma estratégia foi utilizada para promover a expansão da geração de energia fotovoltaica.

    A nova regulamentação reduzirá entre 80% e 95% a emissão de gases do efeito estufa, o dióxido de carbono (CO2) entre eles, até 2050, como parte do compromisso assumido no Pacto Mundial sobre o Clima da Conferência de Paris, em dezembro de 2015. (mais…)

  • O avanço das empresas chinesas de energia no Brasil

    A empresa chinesa de energia Three Gorges irá comprar os ativos da Duke Energy no Brasil por US$1,2 bilhões. A sua compatriota State Grid comprou 23% de participação da CPFL Energia por US$1,8 bilhões em setembro de 2016. Em paralelo, o BNDES divulgou novas condições de financiamento para o setor de energia, onde participará com 50% a 80% dos itens financiáveis, elevou o crédito para energia fotovoltaica e reduziu o apoio as hidrelétricas. Isso cria mais oportunidades para investimentos chineses no Brasil para hidrelétricas.

    A aquisição dos ativos da Duke Energy ainda está sujeita à aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica e da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). (mais…)