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  • Cloud Computing e BOYD um desafio para as redes de dados

    Uma pesquisa da Cisco em 13 países com 1.321 executivos de TI aponta que eles estão cada vez mais preocupados com a performance de suas redes, principalmente pelo aumento de aplicações em cloud computing e BYOD (Bring Your Own Device).

    Segundo a pesquisa 78% consideram que suas redes são mais críticas agora do que no passado, devido o aumento de aplicações SaaS (Software as a Service), dos aplicativos móveis, das mídias sociais e da análise de dados baseado em Big Data.

    A pesquisa ainda mostra que 41% dos executivos de TI admitem não estarem preparados para o BYOD e apenas 38% se sentem preparados para suportar aplicações em cloud computing.

    Os executivos apontam que seus maiores desafios são: mover aplicações para a nuvem (40%); centralização de data center e virtualização (38%); infraestrutura para VDI (Virtual Desktop Infrastructure) (33%); suporte ao modelo BYOD (30%); e, implantação de SaaS (28%).

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    Segundo a pesquisa, apenas 35% dos executivos tem alguma confiança que suas áreas de TI têm habilidade para responder as necessidades dos negócios.

    Cerca de 50% dos executivos enxergam novas oportunidades de negócios com a Internet das Coisas (Internet of Things), entretanto, 42% afirmam não estarem familiarizados com a tecnologia.

     

  • O impacto do Marco Civil da Internet no Marketing Digital

    O artigo 3˚ do Projeto de Lei n˚ 2.126-B de 2011 que estabelece os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, reforça a proteção da privacidade na rede. O projeto prevê a inviolabilidade e sigilo do fluxo de dados e de suas comunicações privadas armazenadas, salvo por ordem judicial.

    Desta forma, fica proibido os provedores de serviços e aplicações usarem as informações dos pacotes IP para conhecer o conteúdo dos dados dos internautas. Na minha interpretação, fica proibido que os “cookies” (programa que troca mensagens entre o computador do visitante e o website) possam fornecer informações sobre a navegação sem o expresso consentimento do visitante.

    Atualmente, as empresas de marketing digital utilizam informações dos “cookies” para direcionar propagandas baseado na navegação do usuário. Pela redação do projeto de lei isso ficará proibido.

    Outro ponto é o uso de endereços eletrônicos para e-mail marketing a não ser que o usuário autorize a inclusão de seu e-mail nas listas de distribuição. Também, deve ser garantida a exclusão do endereço do usuário quando solicitado.

    As pesquisas de comportamento dos visitantes usando Big Data também serão afetadas, uma vez que não será permitido o uso de informações sobre navegação dos internautas, em larga escala, apenas os que autorizarem o uso dessas informações.

    Ou seja, o que eram “boas práticas”, agora virou “lei”.

    A princípio isso vale apenas para as empresas que operam no Brasil, mesmo com serviços executados a partir do exterior. Como a Lei prevê que os dados dos brasileiros podem ser armazenados fora do país esses estudos e práticas de e-mail marketing poderão continuar a ser executados no exterior por empresas estrangeiras que não atuam no Brasil.

    Por exemplo, a Google não poderá mais utilizar suas informações para exibir os anúncios pagos, mesmo que o serviço seja executado no exterior, a não ser com sua expressa autorização.

    Depois da aprovação da Lei pelo Senado e sancionada pela Presidente da República é que conseguiremos avaliar o real impacto da lei no mercado digital.

  • Quando as redes são mais eficientes que as ferramentas corporativas

    Imagine a seguinte situação: um colega de trabalho está desenvolvendo um projeto no final de semana na empresa e precisa de uma informação sua e você está sem o seu telefone corporativo (para empresas que ainda não adotam o BOYD). Qual a melhor forma dele entrar em contato com você? Provavelmente, usando uma das ferramentas que está sempre ativa no seu smartphone particular: Facebook, Skype ou o Hangout da Google.

    Você precisa discutir um detalhe do projeto e será necessário compartilhar um documento para você opinar. Vocês podem estabelecer uma sessão do Skype ou do Hangout e compartilhar o documento ou a tela do computador do colega. Se precisar de mais auxilio, basta conectar outros colegas para participar da conversa.

    O incrível é que tudo isso é de graça, diferente das complexas redes corporativas com seus firewall, VPNs e softwares quadrados. Mais incrível ainda é que muitas empresas proíbem o uso de redes sociais no trabalho por considerarem improdutivas.

    Outro exemplo é o armazenamento de dados. Com uma simples conta no Gmail da Google ou do OneDrive (antigo SkyDrive da Microsoft) você tem entre 3GB até 15GB de espaço para armazenamento e acesso de qualquer lugar e dispositivo e é claro, de graça.

    Os jovens que nasceram na era da Internet têm um impacto quando são submetidos às regras e limitações das redes e serviços corporativos quando começam a trabalhar. Eles simplesmente não entendem porque restringir sua forma de comunicação e as facilidades tecnológicas do seu cotidiano. Os mais velhos também começam a questionar.

    O fato é que as empresas que entenderam que as redes sociais são mais eficientes que as corporativas, estão ganhando em produtividade e, consequentemente, em vantagem competitiva com menores custos, dinamismo e flexibilidade para atender aos clientes.

  • O storytelling e o sucesso em vendas

    O sucesso em vendas depende de um bom relacionamento com o cliente e um contexto favorável para o produto que se pretende vender. Algumas vezes é necessário criar ou melhorar o contexto para facilitar a venda. Um bom contexto deve carregar emoção, mesmo que seja a satisfação pela redução de custos. Consegue-se transmitir emoção contando uma boa história. É aí que uma técnica usada a milênios chamada storytelling.

    Vender é uma arte. Transmitir emoção contando uma boa história requer habilidade. Para o sucesso em vendas o vendedor tem que ser um bom contador de histórias.

    Boas histórias tem personagens, datas e cenários bem definidos. Quanto melhor descrição mais real é história, principalmente, se quem conta é um dos personagens.

    Cada situação que vivemos pode se tornar uma história. Podemos romancear cada episódio. Quem nunca ouviu a expressão “minha vida daria um livro”. Então escreva esse livro adaptado aos seus negócios. Uma venda consultiva é apoiada pela experiência dos consultores.

    Na sua próxima visita comercial conte uma história para a seu cliente onde a solução é o uso do seu produto.

    Leia também Como aprovar projetos de TI na disputa com projetos de negócios