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  • Pesquisa mostra que 91% dos donos de iPhones trocarão por outro e 76% dos de Android

    Com base nos resultados do Grupo Yankee, 91% dos donos de iPhone trocarão por outro iPhone que tiverem que fazer um upgrade, enquanto 76% dos proprietários de dispositivos Android trocarão por outro Android. Porque será que 24% dos usuários de Android buscarão outro dispositivo?

    Talvez, tenha comprado um Android por não tinham condições de comprar um iPhone ou o Windows Phone está caindo no gosto das pessoas. Quem sabe a Blackberry ressurja com um brilhante smartphone.

    Se a pesquisa estiver certa, parece que a estratégia da Apple de fechar o software e hardware continuará dando resultado positivo. Com esses resultados em 2015 a Apple ultrapassa os dispositivos com Android.

    Para quem desenvolve software o impacto será menor, pois atualmente a maioria dos software suportam tanto o Android como o iOS. A briga ficará nos dispositivos.

  • ef Fabricantes de ar-condicionado não conseguem atend…

    Fabricantes de ar-condicionado não conseguem atender à demanda crescente no país. Produto em falta, principalmente no Nordeste.

  • ef Pacote para indústria química e setor de etanol pr…

    Pacote para indústria química e setor de etanol prevê renúncia fiscal de R$ 2 bilhões, porém não será repassado para os consumidores.

  • BNDES abandonou a política de criação de empresas “campeãs nacionais”

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abandonou a controvertida política de criação de “campeãs nacionais”. A promoção da competitividade de grandes empresas de expressão internacional é uma agenda que foi concluída, segundo o presidente Luciano Coutinho.

    Ele afirma que a política tinha “méritos” e chegou “até onde podia ir”, porque o número de setores em que o País tem potencial para projetar empresas líderes é “limitado”. Ele citou os segmentos de petroquímica, celulose, frigoríficos, siderurgia, suco de laranja e cimento. “Não enxergo outros com o mesmo potencial”, afirmou.

    Coutinho estima que a taxa de investimento chegará a 20% do Produto Interno Bruto em 2014, o que significaria uma “retomada”, ainda que distante dos 25% considerados ideais. E prevê que o PIB pode crescer “tranquilamente” 4,5% no ano que vem.