Entre o primeiro sinal e o consenso existe uma janela de decisão.
Tecnologia, energia, clima, regulação e capital se movem mais rápido do que o ciclo de planejamento das empresas. Quando a mudança vira consenso, ela já virou preço, prazo ou mercado perdido.
O Radar xTech cruza semanalmente sinais de EnergyTech, DeepTech, CleanTech, FinTech e AgTech e devolve pareceres em três horizontes: o que já exige decisão, o que vai exigir preparação nos próximos meses e o que precisa ser vigiado desde agora. Cada ciclo fica na base — a vantagem está na memória acumulada, não no modelo.
O método é aberto e o Horizonte 1 é público — qualquer visitante lê o que mudou na semana. Os cenários de H2, as rupturas de H3 e os arquivos mensais ficam com quem tem acesso, por curso, workshop, assinatura ou licença. Como o método funciona
O think tank é liderado por Eduardo Mayer Fagundes, ex-CIO da AES Eletropaulo, e publica análise de tecnologia e energia desde 1996.
Artigos
-

O valor migra de quem gera energia para quem controla flexibilidade, cadeia de baterias e custo de capital
Leia mais: O valor migra de quem gera energia para quem controla flexibilidade, cadeia de baterias e custo de capitalO primeiro leilão nacional de armazenamento recebeu quase 300 GW em cerca de 6 mil propostas, volume que converte o BESS de tese de inovação em decisão de alocação de capital. Ao mesmo tempo, o curtailment cresceu 21% entre janeiro e agosto de 2026, a Pnast do ONS registrou 9 GW de pedidos no Nordeste diante de capacidade remanescente nula até 2031, e a CCEE passou a aplicar novas Funções…
-
AgriPV no Brasil: a agenda de dados para escalar com bioinsumos
-
Além do Veículo: A Nova Equação da Logística Descarbonizada no Brasil
-
Escolha do local para data centers: resiliência territorial além de energia e conectividade
-
Resiliência Operacional em Eventos Climáticos Severos: Checklist Prático para Municípios e Empresas
-
Reprecificação da infraestrutura digital em 2026: Edge Inference e data centers regionais como tese de investimento
-
Radar 360 – Economia, IA, Energia e Risco Político no Brasil (06/12–12/12/2025)
Como isso é feito
Da varredura ao argumento defensável
Sinal fraco não convence conselho. O trabalho está em transformar dispersão em evidência que resiste a ser questionada.
Varredura
Contínua e ampla.
máquinaExtração do fato
Origem, data, contexto.
máquinaConfronto
Contra a memória acumulada.
máquinaCuradoria
Julga o que importa.
humanaLeitura assinada
Verificável e citável.
humanaA esteira estreita a cada passo. O que chega ao fim é o que sobreviveu ao filtro, ao confronto e ao julgamento.
O que torna citável
A anatomia de um fato
Um número solto num texto não sustenta recomendação. Cada fato que entra na base carrega o que permite verificá-lo, o que avisa quando ele deixa de valer — e o caminho por onde ele chega a uma empresa que nem opera naquela frente.
Geração solar no Nordeste em relação à demanda instantânea da região — valor literal, como a fonte publicou.
Onde esse fato vai parar
Num dia de agosto, a geração solar do Nordeste superou a demanda instantânea da região. No organograma de quase toda empresa, isso é notícia do setor elétrico.
Excedente sem escoamento é o que organiza a discussão seguinte: curtailment, fila de conexão, regra de tarifa. Ainda EnergyTech.
Uma empresa de irrigação do Vale do São Francisco tem 70% dos clientes no mercado cativo, e o bombeamento pesa de 18% a 26% do custo de produção deles. O ano dela é decidido por uma frente que, no papel, é problema do cliente.
O exemplo percorre o livro Antes do Sinal Vermelho. A empresa é fictícia e seus números são internamente consistentes; o fato lido do mundo é real, datado e conferível — que é exatamente a regra da base.
Origem
De onde o número veio, com a referência preservada. O que não se confere, não se defende.
Data
Quando entrou na base. Um custo de 2025 e um de 2026 respondem perguntas diferentes.
Validade
Todo fato tem prazo. Câmbio vale semanas; uma norma vale anos. O vencido sai da leitura.
Credibilidade
A fonte é pontuada e auditada periodicamente. Nem todo sinal pesa igual.
O método, publicado
Antes do Sinal Vermelho
O livro que descreve, por inteiro, o método que o Radar xTech executa. Aberto, em PDF, sem cadastro — quem quiser aplicar sozinho pode aplicar sozinho.
Ao fim do ciclo, o leitor tem uma tese de posicionamento, um portfólio de iniciativas e decisões amarradas a sinais observáveis. O valor não está na qualidade do documento final, e sim em conseguir dizer, em menos de um minuto, qual premissa mudou e qual ação isso disparou.
O livro ensina o processo. O Radar xTech mantém a base atualizada para executá-lo todo mês. É essa a diferença entre saber o método e ter o material de entrada dele pronto toda semana — e é o que se contrata por qualquer uma das quatro portas.
Escolha como usar o Radar xTech.
O método é aberto e o Horizonte 1 é público. O que se contrata — por qualquer uma das quatro portas — é sempre o mesmo ativo: a base multissetorial auditada, entregue nos relatórios semanais do ciclo, nos dossiês mensais em Markdown prontos para uso com inteligência artificial e no briefing de câmbio, juros e commodities. O ponto de partida muda. A base é a mesma.
Curso presencial
Um dia para consultores independentes, conselheiros e executivos em transição. A turma reúne duas pessoas por frente xTech — a sala reproduz ao vivo o cruzamento que o Radar faz na base, e o grupo continua junto depois.
Vaga individual · turmas em formação
Conhecer o curso →Workshop in-company
Oito horas com a equipe de planejamento a partir de uma decisão real da empresa. A pesquisa setorial prévia entra na base antes do encontro, então o que se discute na sala é do setor do cliente, não exemplo genérico.
Sob proposta
Conhecer o workshop →Assinatura da base
Para quem chega pelo conteúdo aberto e quer continuar: cenários de H2, rupturas de H3, dossiês mensais e os arquivos que alimentam os quinze prompts do método, sem depender de um projeto pontual.
Uma pessoa · mensal ou anual
Conhecer a assinatura →Licença institucional
Para consultorias que usam a base em trabalhos remunerados para terceiros, holdings com várias empresas do grupo e associações. Configurada por número de assentos e finalidade de uso.
Sob proposta
Conhecer a licença →Na imprensa
Onde a análise é procurada
Quando um tema técnico precisa ser explicado sem simplificação, a leitura do think tank é buscada por veículos de alcance nacional — com recorrência sobre a mesma questão: energia como restrição da infraestrutura de inteligência artificial.
O uso da inteligência artificial nas eleições de 2026 e o combate à desinformação.
Assistir no g1 →Como serão os primeiros data centers de IA no Brasil: consumo de água, demanda elétrica e escolha de território.
Ler a reportagem →O que está em jogo nas disputas territoriais em torno da infraestrutura de dados no Brasil.
Ler a reportagem →Os postes de iluminação como infraestrutura urbana agregada: conectividade, sensores e resiliência energética.
Ler a reportagem →Quem lidera
Eduardo Mayer Fagundes
O think tank é liderado por Eduardo Mayer Fagundes, engenheiro eletricista com mestrado em Ciência da Computação pelo Mackenzie. Foi gerente de sistemas e infraestrutura de TI na Ford South America e CIO do grupo AES Brasil, com projetos em seis países. Lecionou em pós-graduação e MBA no Mackenzie, na FIAP e na HSM, e atuou em pesquisa aplicada com projetos FAPESP e P&D ANEEL.
Independência. A pesquisa é autofinanciada e publicada aberta. O think tank não vende tecnologia, não representa fabricantes, não recebe patrocínio de fornecedores e não participa dos projetos que analisa.
Biblioteca
Dez publicações, todas gratuitas
E-books e playbooks executivos sobre inteligência estratégica, energia, infraestrutura crítica e governança de IA. O método é publicado por inteiro, com fundamentação declarada — aplicável sem pedir licença.
A Era da Atenção Estratégica
A tese completa: a arquitetura em três camadas, os três horizontes e as regras do método.
Baixar o PDF
Cidade Pronta para Datacenters
Com o Redata sancionado, a disputa por projeto sai do discurso e vai para evidência: data room, SLAs e rito de decisão que colocam um município na shortlist.
Baixar o PDFTambém disponíveis para download gratuito
Publicamos a tese. Abrimos o método. Operamos a inteligência.
O Horizonte 1 continua público e o método continua aberto. O que se contrata é a base atualizada — os cenários de H2, as rupturas de H3 e os arquivos mensais —, por curso, workshop, acesso individual ou licença.
