Autor: Eduardo Fagundes

  • Acordo do clima de Paris promoverá a inovação global

    O Parlamento Europeu ratificou o acordo sobre o clima para reduzir em 55% as emissões de gases do efeito estufa. O objetivo é freiar o aquecimento global. Até então 62 países tinham ratificado o acordo que representava 52% da emissões. Com a adesão da União Europeia o patamar foi superado. O Brasil ratificou o acordo em setembro de 2016.

    O resultado prático dos acordos é a aprovação de leis que obrigam empresas e cidadãos a adorem novas práticas de conduta e novos processos industriais para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Isso obrigará a busca de inovação pelas empresas. (mais…)

  • Futuro difícil sem engenheiros

    Três em cada dez alunos de engenharia abandonam o curso no primeiro ano. Os cursos de ciências, matemática e computação também sofrem na mesma proporção, 29,1% deixam a faculdade no primeiro ano. O fenômeno está relacionado com a baixa formação no ensino fundamental e médio, principalmente em matemática. O PISA, pesquisa que avalia o conhecimento e habilidades dos alunos no final do ensino fundamental em mais de 60 países, mostra que o desempenho dos alunos brasileiros está abaixo da média. Das três áreas avaliadas (ciências, matemática e leitura), a média em matemática é decepcionante.  Na classificação de média alta em matemática, o Brasil tem apenas 0,8% dos estudantes, enquanto a média mundial é 12,6% (dados de 2012). (mais…)

  • Fluido refrigerante com gás carbono (CO2) reduz consumo de energia

    Usado até os anos 1940 para refrigeração, o gás carbono (CO2) foi substituído por compostos halogenados, como pelo CFC-12 e posteriormente o HCFC-22, mais rentáveis, estáveis e oferecendo mais facilidade para a construção de equipamentos. Entretanto esses gases destroem a camada de ozônio e colaboram com o efeito estufa. Por pressões ambientais, depois do tratado de Kyoto, que trata de ações para evitar o aquecimento global, o gás carbono (R-744) voltou a ser considerado como fluido refrigerante.

    Uma vantagem do uso do gás carbônico é a redução, em média, de 15% dos custos com energia elétrica. Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em 2014 os estabelecimentos filiados consumiram mais de 8,4 gigawatts-hora (GWh), equivalendo a 2,5% do consumo de energia elétrica do pais, apenas na área de refrigeração. Por estabelecimento, o consumo médio é de 103 MWh, resultando um gasto aproximado de R$3,5 bilhões, apenas em energia elétrica. (mais…)

  • Projeto AirGig da AT&T usa linhas de energia para Internet super rápida

    A AT&T, gigante americana de telecomunicações, anunciou o Projeto AirGig para oferecer Internet com velocidade multi-gigabit sem fio, utilizando a infraestrutura de postes de transmissão de energia elétrica. Os primeiros testes em campo começarão em 2017.

    O projeto aproveitará os mais de 320.000 quilômetros de linhas de transmissão de alta tensão e os quase 9 milhões de quilômetros de linhas de distribuição locais. As antenas usam plástico barato de baixo custo e poderão ser instaladas nos postes cobrindo, literalmente, todo o território americano, principalmente para atender áreas rurais com alta taxa de transmissão. Será possível assistir o Netflix em 4K e realidade aumentada nas residências, afirmam os técnicos da AT&T. (mais…)