A Neuralink é uma empresa americana de neurotecnologia, fundada por Elon Musk, que desenvolve interfaces cérebro-computador implantáveis (BCIs). A empresa pretende fazer dispositivos para tratar doenças cerebrais graves a curto prazo e, eventualmente, aperfeiçoar os seres humanos. Algumas tecnologias já estão consolidadas ou em estágios avançados de desenvolvimento, como comunicação via ondas cerebrais e inteligência artificial, importantes para esse desenvolvimento. O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, um dos principais especialistas mundiais em pesquisa neurais, é responsável, por exemplo, por experimentos com chimpanzés incorporando um terceiro braço virtual, onde os chimpanzés conseguem fazer ações simultâneas com os três braços. Sistemas de inteligência artificial são comuns atualmente e com evolução rápida. Usando tecnologias já existentes e novos desenvolvimentos a proposta da Neuralink é factível mais rápido do que podemos imaginar. (mais…)
Autor: Eduardo Fagundes
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As concessionárias de energia precisam de subsídios para investirem em redes inteligentes?
A comissão de Ciência e Tecnologia (C&T) da Câmara dos Deputados aprovou, em maio de 2017, a criação do Programa Nacional de Redes Elétricas Inteligentes (PNREI) para converter as ultrapassadas redes de transmissão e distribuição para um modelo inteligente, a chamada Smart Grid, ao longo de 15 anos.
Pessoalmente, acredito que não precisamos de apenas um programa de redes inteligentes e sim de um modelo energético inteligente.
Este programa atende aos planos das concessionárias para reduzir os investimentos na implantação de novas tecnologias já consolidadas no resto do mundo. Entretanto, pelo atual modelo energético, em futuras revisões tarifarias o custo da energia deverá ser reduzido devido aos ganhos de eficiência do setor. Ou seja, investimento menor agora, subsidiado pelos cidadãos, e ganhos futuros reduzidos, beneficiando os cidadãos. Isto se as regras do jogo não mudarem, coisa comum no nosso país. O cidadão corre o risco de investir agora (através dos subsídios) e não conseguir recuperar no futuro. (mais…)
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As oportunidades com a nova Lei de Terceirização e da nova Lei Trabalhista
Para quem vive no ambiente de startups e desenvolvimento de negócios com jovens empreendedores as discussões sobre terceirização e nova lei trabalhista parecem chover no molhado e olhar pelo retrovisor. As novas leis apenas oferecem um olhar legal para coisas que são de senso comum no ambiente jovem e empreendedor de negócios. Entretanto, temos que lembrar que a maioria dos empregados brasileiros vivem uma outra realidade. Em março de 2017, o Ministério do Trabalho denunciou 68 empregadores por manterem trabalhadores em condições análogas à escravidão. Outro desafio para os trabalhadores será a eliminação de 47% dos atuais empregos nos próximos 20 anos (pessoalmente, acho que em menos tempo) devido ao avanço das tecnologias de informação, tais como inteligência artificial e robotização extrema. Ou seja, de nada adianta leis trabalhistas se não existirem empregos para todos. (mais…)
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Uso de modelos de gestão de prateleira perde espaço para ações de impacto de crescimento
Acompanhei uma discussão sobre o uso do modelo de negócios CANVAS, proposto por Alexander Osterwalder, de alguns de seus defensores. A discussão centrava em quem foi o primeiro a utilizar o modelo no Brasil e seus resultados. Aparentemente, o fato gerador foi uma crítica ao modelo. Como especialista em TI, utilizei muito modelos nos últimos anos, como Cobit, ITIL, PMI, ISO20000, ISO27000, SCRUM, entre outras. Na engenharia, usei como normas ABNT, ISO50001, ISO9001, ISO14000, entre outras. Como empreendedor, usei modelos de gestão como Matriz de Ansoff, CANVAS, Design Thinking, Oceano Azul, SWOT, Balanced Scorecard, entre outras. (mais…)
