Artigos Técnicos · Energia · IA · Infraestrutura

Profundidade técnica para decisão estratégica.

Análises densas sobre tecnologias, arquitetura energética, data centers, IA, regulação, blockchain, armazenamento, eficiência energética e modelos econômicos da nova infraestrutura digital.

Os artigos técnicos aprofundam os fundamentos que sustentam as teses do Radar Estratégico: mecanismos causais, viabilidade tecnológica, impacto regulatório, riscos de implantação e implicações para engenharia, PMO, conselhos e liderança executiva.

Energia & Storage
IA & Automação
Data Centers
Blockchain & Governança
Camadas técnicas
Do fundamento tecnológico à implicação executiva
Fundamento técnico Como a tecnologia funciona e quais limites físicos, digitais ou regulatórios condicionam sua adoção.
Arquitetura e implantação Requisitos, integração, CAPEX, operação, governança e riscos de execução.
Implicação estratégica Como a tecnologia altera modelos de negócio, competitividade, resiliência e decisão de investimento.
3 leituras tecnologia, engenharia e estratégia conectadas em uma base de conhecimento aplicada.
  • Facebook investiu US$660M em 2011 no seu novo data center

    Fazendo uma análise nos documentos que a empresa Facebook entregou para a Comissão Valores Imobiliários dos EUA (SEC – Securities and Exchange Commission) para fazer o seu IPO, observa-se o aumento dos gastos na sua infraestrutura de data centers. As despesas da Facebook saltaram de US$223M em 2009, para US$493M em 2010 para US$860M em 2011, respectivamente. A Facebook alega que o aumentou é em decorrência de sua mudança de estratégia de gestão de data centers e de sua rápida expansão. As despesas dos data center incluem as instalações, depreciação dos servidores, aluguel de equipamento, custos de energia e telecomunicações, custos…

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  • Reduzindo custos de Service Desk

    Um PC pode custar mais de quatro vezes o seu valor de aquisição por ano em um horizonte de quatro anos. Entretanto, estudos mostram que se o ambiente do PC for controlado o gasto é reduzido em mais de 40%. Esse controle pode ser realizado com o bloqueio das funções de configuração do PC ou através da virtualização da infraestrutura dos desktops (VDI – virtual desktop infrastructure). A eficácia do primeiro modelo é limitada, pois é necessário manter uma estrutura tradicional de Service Desk, distribuição de software e procedimentos individuais de backup de dados. O segundo modelo é mais eficaz…

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  • Um projeto de TI tem mais chances de falhar do que ter sucesso

    É mais provável que o seu projeto de TI falhe do tenha sucesso do ponto de vista dos usuários. O sucesso pode ser medido de forma quantitativa de resultados esperados, tais como redução do orçamento de pessoal, redução do tempo de entrega de produtos ou redução de multas tributárias e trabalhistas. Entretanto, se o resultado for medido por pesquisa de satisfação dos usuários é provável que o resultado seja um desastre. Várias pesquisas apontam a insatisfação dos usuários pelos novos sistemas implantados. Algumas pesquisa mostram que 7 entre 10 projetos de TI falham na percepção dos usuários. Quando maior for…

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  • Mais da metade das empresas brasileiras não tem planos de recuperação de desastres

    Uma pesquisa divulgada no início de 2012 pela Regus mostrou que 51% da empresas brasileiras não possuem uma estratégia para retomar as atividades de TI em até 24 horas. Embora 66% dos entrevistados declararam que investiriam em planos de contingência se o custo fosse razoável. As grandes empresas estão melhor preparadas para as contingências, até mesmo por que isso faz parte da governança de TI e corporativa. Um plano completo de contingência envolve todas as áreas da empresa, não apenas a TI. Em caso de um desastre natural ou eventos que impeçam os funcionários de irem ao trabalho é necessário existir…

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  • O provedor de Cloud Computing deve pagar o custo de indisponibilidade?

    Calculamos o custo de indisponibilidade de um serviço de TI pela seguinte formula: Custo da Indisponibilidade = (DT x U x PU) + (DT x LBR) + OT + S, onde DT é o tempo de indisponibilidade, U é o número de usuário afetados, PU é o total dos custos médios por usuário afetado, LBR é perda de receita por hora, OT é a quantidade de horas extras para recuperar o trabalho (se aplicável) e S são outros custos da operação. Quando falando em cloud computing (pública, privada ou mista) a responsabilidade pelo desempenho do processamento é do provedor do serviço. Essa…

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  • Como elaborar objetivos eficazes?

    Início de ano, revisão e novos objetivos. Pessoas e empresas estabelecem objetivos a serem atingidos em um determinado período. Objetivos ambiciosos motivam as pessoas, criam senso de equipe e propiciam crescimento pessoal e profissional. Fácil? Nem tanto. Apenas 25% das pessoas conseguem cumprir os objetivos propostos. O desafio começa na elaboração dos objetivos e passa pela sua capacidade de execução. Materializar um sonho é o maior desafio das pessoas e, por consequência, das organizações. O desejo de realizar não assegura a execução. Para começar temos que fazer uma auto-análise para saber se temos capacidade para definir objetivos. Para começar, imagine…

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  • Balance Scorecard (BSC) & Project Portfolio Management (PPM)

    Muitas estratégias corporativas falham pela falta de capacidade de execução e pela falta de um gerenciamento de projetos efetivo e integrado. O BSC é uma técnica de acompanhamento do desempenho de estratégias corporativa largamente utilizada pelas empresas. O BSC reflete e estrutura as ações da empresa para atingir seus objetivos estratégicos através das seguintes perspectivas: financeira, clientes, processos internos e, aprendizado e crescimento. Algumas empresas incluem a perspectiva de sustentabilidade ambiental. Através de mapas estratégicos são definidas as inter-relações entre as ações das diferentes perspectivas, resultando em uma estratégia integrada e consistente. O desafio está em executar o plano estratégico…

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