Em entrevista para o portal Efagundes.com, Mário Campos – Chief Architect Officer de uma importante instituição financeira de Portugal – comenta sobre sua visão da TI para os próximos três anos. Cita as tecnologias Cloud Computing, Redes Sociais e Wireless como tendência para adoção pelas empresas. O Cloud Computing, nas suas diferentes variantes de depolyment (SaaS, PaaS, IaaS, CaaS) apresenta vantagens ao nível de flexibilidade e escalabilidade das Soluções, endereçando o correto equilíbrio entre a oferta e a procura de TI, permitindo o aumento da velocidade de desenvolvimento (tirando partido dos Serviços disponíveis) e de deployment (por via da agilidade ao nível da infra-estrutura) são outras duas vantagens, que claramente incorporam vantagens para o Negócio. Recomenda que as empresas adotem no seu planejamento estratégico a definição de uma Arquitetura Empresarial para estabelecer uma ponte entre a visão do negócio e a alavanca que a tecnologia lhe proporciona, é um aspecto essencial, no sentido de compreender uma Organização de forma holística, potenciando o alinhamento entre as TI e o Negócio, e naturalmente o valor que estas lhe entregam. [ Leia a entrevista completa ]
Uma visão européia de TI para os próximos três anos
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- O incentivo é do data center. O valor pode ficar com quem controla o gargaloO ReData reduz o custo tributário dos data centers, mas não elimina os principais gargalos do investimento. Energia firme, conexão elétrica, fibra redundante, equipamentos críticos e capital de longo prazo podem capturar parte relevante do benefício. Uma simulação do Radar xTech mostra que o incentivo melhora o retorno, porém a existência de um cliente âncora contratado produz impacto ainda maior na viabilidade do projeto. O briefing apresenta o mapa de captura de valor, uma simulação financeira de um módulo de 2 MW, três cenários, riscos, gatilhos e decisões por agente da cadeia.
- ReData: quem captura o valor dos data centers no BrasilA leitura convencional diz que o benefício fiscal fica com o operador do data center. Este ciclo do Radar xTech sustenta o contrário: o excedente tende a migrar para quem controla energia firme, conexão elétrica, fibra redundante e capital de longo prazo — e declara o que invalidaria essa tese.
- Returns move from those who generate power to those who control flexibility, battery supply and cost of capitalBrazil’s first national storage auction drew 296.8 GW across 6,091 registered projects, turning battery storage from an innovation thesis into a capital allocation decision. Curtailment rose 21% between January and August 2026, the national grid operator recorded 9 GW of connection requests in the Northeast against zero remaining capacity until 2031, and on 2 September the market settlement body began applying new Future Cost Functions inside the official models that set the short-term power price. A public consultation on battery local content proposes requirements rising to 61% by 2030. Oil returned to USD 100 and high-yield spreads reached their widest since the 2025 currency crisis. The signals converge on one shift: returns no longer follow installed capacity, they follow control of flexibility, local industrial supply and access to funding.


