Briefings Executivos · Radar xTech

Sinais críticos. Cenários claros.

Briefings estruturados para transformar mudanças em energia, tecnologia, inteligência artificial, regulação, infraestrutura e capital em leitura executiva, cenários prospectivos e ações recomendadas.

Cada briefing responde cinco perguntas: o que mudou, por que importa, quais sinais sustentam a análise, quais cenários podem emergir e quais decisões devem entrar na agenda executiva.

Key Takeaways
Sinais críticos
Cenários prospectivos
Ações em 90 dias
Análises recentes
Do Radar xTech ao briefing executivo
Infraestrutura crítica 2026: energia, capital e IA sob pressão Armazenamento, data centers, transmissão e capital seletivo.
Regulação de armazenamento abre nova janela para BESS Leilões de capacidade, recarga, margem e bancabilidade.
Data centers de IA redesenham a demanda energética Energia firme, conexão, resfriamento e infraestrutura crítica.
Do sinal à decisão Key Takeaways, diagnóstico, matriz executiva, cenários e ações para os próximos 90 dias.
  • Anhanguera e Kroton anunciam uma fusão

    Juntas são avaliadas no mercado de capitais em cerca de R$ 12 bilhões – cifra que representa o dobro da segunda colocada, a chinesa New Oriental. A Kroton vai emitir 198,8 milhões de novas ações. O negócio envolve uma troca de ações em que cada 1,36 ação da Kroton representa uma da Anhanguera. A Kroton ficar com a maior fatia da nova empresa o comando executivo através do Fundo de Educação para o Brasil.

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  • Contratação de serviço no exterior tem 47% de tributação

    Se uma empresa brasileira resolve atender seu cliente estrangeiro optando pela óbvia contratação de um fornecedor de serviços no exterior, verá o custo desse serviço aumentado em 47% por causa da tributação. Essa é uma das razões do intenso debate sobre acordos de bitributação na agenda da indústria nacional.

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  • Gás de xisto pode desbancar fontes renováveis de energia, como a eólica e a solar

    Contra todas as expectativas, as emissões dos Estados Unidos de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, desde seu pico de 2007, caíram 12% em 2012, voltando aos níveis de 1995. O motivo principal para isso, em uma palavra, é o “fracking”. Ou, em 12 palavras: perfuração horizontal e fratura hidráulica para recuperar depósitos de gás de xisto. Nenhum outro fator chega perto de constituir uma explicação plausível. Ao contrário da União Europeia (UE), os Estados Unidos nunca ratificaram o Protocolo de Kyoto, por meio do qual os países participantes se comprometeram a reduzir as emissões de CO2 em aproximadamente 5%,…

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  • Os novos desafios que norteiam a Embrapa

    Com o sucesso no desenvolvimento de variedades adaptadas ao Cerrado, numa época de carência de pesquisas privadas, a Embrapa chegou a ter 60% do mercado brasileiro de sementes de soja e 30% do de milho. Hoje, essas participações caíram para 9% e 1%, respectivamente. A Embrapa  manter fatias de 7% a 12% nesses mercados, mas medir forças com as grandes multinacionais seria infrutífero e colocaria em risco centenas de outros projetos importantes e que não atraem a iniciativa privada por falta de retorno. Segundo a Embrapa, é impensável dirigir todos os esforços da Embrapa, com seu orçamento total da ordem de…

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  • Poucas empresas usam incentivos fiscais à inovação

    Segundo informação divulgada no Relatório Anual da Utilização dos Incentivos Fiscais pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), acessível em www.mcti.gov.br/incentivosfiscais, 1.475 empresas participaram do programa de incentivos fiscais desde sua entrada em vigor, em janeiro de 2006. A Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, conhecida como “Lei do Bem” que, em seu Capítulo III, regulamentado pelo Decreto nº 5.798, de 7 de junho de 2006, criou benefícios fiscais à inovação tecnológica para estimular investimentos privados em pesquisa e desenvolvimento tecnológico por empresas que operam em regime tributário de lucro real, em qualquer área de atuação,…

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  • Para FMI, Brasil tem baixo PIB potencial

    O crescimento potencial do Brasil parece mais baixo do que se pensava, diz o economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, referindo-se ao ritmo de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) que não acelera a inflação. Para ele, se a economia brasileira estivesse muito abaixo do potencial, o país veria a inflação cair mais. “Com isso, a margem de manobra para usar políticas de estímulo à demanda é provavelmente limitada”, afirma Blanchard, lembrando que o FMI reduziu a previsão de crescimento para a economia brasileira em 2013 de 3,5% para 3%. Gargalos de infraestrutura e no mercado de trabalho…

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  • Mercado resiste a Dilma e busca opções

    O jornal O Estado de São Paulo ouviu dez influentes integrantes do mercado financeiro. Eles disseram unanimemente ter fortes resistências a Dilma Rousseff, em especial, a seu ministro da Fazenda, Guido Mantega. O “mercado” divide suas preferências na eleição presidencial do ano que vem entre Aécio Neves e Eduardo Campos, mesmo fazendo ressalvas aos dois. Apesar da resistência à presidente e, especificamente, ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, os integrantes do mercado avaliam que Dilma vencerá a eleição. E no 1.º turno. Aécio e Campos já buscam aproximação com o mercado, tradicional financiador de campanhas. Neste ano, os dois se…

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