Ponto de Vista · Coluna

O que eu penso sobre o que está acontecendo.

Tecnologia, energia e gestão no ritmo da notícia. Aqui escrevo em primeira pessoa: uma tese por texto, com a experiência de quem lidera projetos de engenharia, P&D, educação e impacto social, acompanha o tema em congressos no Brasil e no exterior, e com opinião declarada. Quando o tema pede dados, o Radar xTech aprofunda; quando pede método, os artigos técnicos e os e-books.

Eduardo Mayer Fagundes
Eduardo Mayer FagundesCEO da nMentors Engenharia · fundador e curador do think tank efagundes.comProjetos de P&D, educacionais e sociais · palestrante em congressos nacionais e internacionais · fonte da Rede Globo, g1, CNN e Gama Revista (UOL)Foi CIO da AES Eletropaulo, gerente de sistemas e infraestrutura de TI da Ford South America e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Uma teseum argumento por texto, sem rodeio
Leitura rápidacerca de cinco minutos
Opinião declaradaanálise técnica, não parecer

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  • A supercomputação em IA e os sistemas multiagentes redefinem a gestão inteligente dos sistemas energéticos

    A supercomputação em IA e os sistemas multiagentes redefinem a gestão inteligente dos sistemas energéticos

    A crescente demanda global por eletricidade, impulsionada pela rápida expansão de datacenters e cargas de inteligência artificial, exige uma profunda transformação na infraestrutura elétrica. A gestão inteligente dos sistemas energéticos passa a depender da convergência entre supercomputação em IA, sistemas multiagentes, IA física e plataformas de desenvolvimento nativas em IA. Essa nova arquitetura tecnológica permite uma orquestração descentralizada de ativos flexíveis, otimizando o balanceamento de carga e superando as limitações da infraestrutura legada frente ao aumento do consumo e à volatilidade climática. Para capturar vantagens competitivas e garantir a resiliência operacional do setor, líderes e decisores políticos precisam agir agora,…

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  • Edge datacenters transformam cidades preparadas em plataformas de da nova economia computacional

    Edge datacenters transformam cidades preparadas em plataformas de da nova economia computacional

    O avanço da Inteligência Artificial está a redefinir a geografia da infraestrutura digital. À medida que a inferência distribuída ganha relevância, os edge datacenters deixam de ser uma extensão periférica da nuvem e passam a ocupar papel central na competitividade territorial. O artigo analisa como a centralização extrema da capacidade computacional amplia riscos sistêmicos, pressiona redes elétricas e reposiciona cidades médias e polos regionais como plataformas estratégicas da nova economia computacional. A partir de exemplos em São Paulo e Paraná, o texto mostra que a disputa por datacenters já não depende apenas de incentivos, mas de energia firme, conectividade resiliente,…

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  • Transição Energética no Brasil: Investimentos e Inovação

    Transição Energética no Brasil: Investimentos e Inovação

    Artigo analítico sobre a conexão estratégica entre investimento e tecnologia frente à crise de afluência nos reservatórios. O texto explora o papel fundamental da FINEP e do BNDES no financiamento da transição energética brasileira , destacando como a inovação disruptiva pode tornar o setor elétrico economicamente viável e sustentável

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  • Hidrogênio verde e vazamentos: por que o impacto climático pode ser indireto

    Hidrogênio verde e vazamentos: por que o impacto climático pode ser indireto

    O hidrogênio verde ganha espaço como vetor de descarbonização e como opção de armazenamento para fontes intermitentes. O ponto pouco discutido é que vazamentos de H₂ podem gerar aquecimento indireto ao alterar a química atmosférica e prolongar a permanência de gases críticos, além de favorecer efeitos adicionais no ar. A consequência é estratégica: projetos de hidrogênio precisam ser tratados como infraestrutura crítica, com prevenção, monitoramento contínuo, resposta rápida e trilha de evidências auditáveis. Sem essa disciplina, o risco não aparece na planta — aparece depois, como passivo ambiental e reputacional.

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  • Lei 14.300, GD e BESS na indústria: quando a rede deixa de ser “bateria virtual” e vira variável de risco

    Lei 14.300, GD e BESS na indústria: quando a rede deixa de ser “bateria virtual” e vira variável de risco

    A Lei nº 14.300/2022 reposiciona a geração distribuída industrial ao reprecificar o uso da rede via Fio B e ao abrir o pós-transição do art. 17 para calibração regulatória pela ANEEL. O artigo mostra por que a estratégia vencedora migra de “gerar e exportar” para uma arquitetura híbrida (GD + BESS) orientada à simultaneidade, governança de dados, contratos de performance e trilha de evidências, conectando custos, prazos e risco reputacional/ESG.

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  • Angra 3 e SMRs: a decisão que define a energia firme para a economia digital brasileira

    Angra 3 e SMRs: a decisão que define a energia firme para a economia digital brasileira

    O Brasil enfrenta um ponto de decisão em infraestrutura crítica: concluir Angra 3 para estancar o custo anual da indefinição e transformar um ativo legado em energia firme para o SIN, ou estruturar, em paralelo, uma agenda programática de Small Modular Reactors (SMRs) como política industrial e de alianças. A análise conecta a pressão de demanda de IA e data centers, a disciplina de governança exigida por projetos de capital intensivo e o reposicionamento geopolítico observado em acordos de cooperação nuclear civil envolvendo EUA, Hungria e Eslováquia. O texto organiza o debate sob métricas, marcos verificáveis, trilha de auditoria e…

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  • PPPs de iluminação pública como infraestrutura digital resiliente: o poste consolida o ecossistema de cidades inteligentes

    PPPs de iluminação pública como infraestrutura digital resiliente: o poste consolida o ecossistema de cidades inteligentes

    O artigo demonstra como PPPs de iluminação pública deixam de ser apenas projetos de eficiência (LED e telegestão) e passam a operar como infraestrutura digital urbana. A tese conecta sensores em postes, datacenters de borda e conectividade híbrida para reduzir latência, aumentar a soberania operacional e viabilizar serviços públicos em tempo real — com foco em segurança pública, mobilidade e resiliência climática. No eixo de governança, discute a COSIP após a EC nº 132/2023 como fonte de previsibilidade financeira, condicionada a serviços mensuráveis, auditáveis e aderentes à LGPD. No eixo energético, propõe operação contínua mesmo em falhas prolongadas da rede…

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