Ponto de Vista · Coluna

O que eu penso sobre o que está acontecendo.

Tecnologia, energia e gestão no ritmo da notícia. Aqui escrevo em primeira pessoa: uma tese por texto, com a experiência de quem lidera projetos de engenharia, P&D, educação e impacto social, acompanha o tema em congressos no Brasil e no exterior, e com opinião declarada. Quando o tema pede dados, o Radar xTech aprofunda; quando pede método, os artigos técnicos e os e-books.

Eduardo Mayer Fagundes
Eduardo Mayer FagundesCEO da nMentors Engenharia · fundador e curador do think tank efagundes.comProjetos de P&D, educacionais e sociais · palestrante em congressos nacionais e internacionais · fonte da Rede Globo, g1, CNN e Gama Revista (UOL)Foi CIO da AES Eletropaulo, gerente de sistemas e infraestrutura de TI da Ford South America e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Uma teseum argumento por texto, sem rodeio
Leitura rápidacerca de cinco minutos
Opinião declaradaanálise técnica, não parecer

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  • O dilema físico da Inteligência Artificial

    O dilema físico da Inteligência Artificial

    A expansão da IA está redesenhando o perfil de carga dos data centers e pressionando a estabilidade do Sistema Interligado Nacional. Com 26,3 GW em pedidos de conexão à Rede Básica até 2038, o desafio deixa de ser apenas capacidade instalada e passa a ser execução, evidência e governança. O artigo mostra por que gêmeos digitais habilitados pela física podem destravar capacidade operacional, reduzir risco de conexão e sustentar decisões regulatórias mais rastreáveis, conectando tecnologia, infraestrutura crítica e ESG com implicações diretas para conselhos e executivos.

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  • Energia firme na era da abundância: petróleo, gás e a nova governança da infraestrutura crítica no Brasil

    Energia firme na era da abundância: petróleo, gás e a nova governança da infraestrutura crítica no Brasil

    O artigo analisa como o debate energético no Brasil migrou de “qual fonte” para “qual disponibilidade no prazo, com custo e risco controláveis”, com datacenters no centro da pressão por energia firme. A partir do avanço da produção de petróleo, do crescimento da indústria extrativa e da contratação de potência por disponibilidade nos Leilões de Reserva de Capacidade, o texto conecta segurança energética, infraestrutura crítica e governança (ESG e risco reputacional). A narrativa organiza mecanismos, trade-offs e implicações executivas, destacando o papel do gás como lastro mais defensável e o uso de óleo como contingência, além de recomendar passos práticos…

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  • A Nova Gravidade da Inteligência: O Choque entre Algoritmos, Energia e Geopolítica

    A Nova Gravidade da Inteligência: O Choque entre Algoritmos, Energia e Geopolítica

    A era da ‘nuvem etérea’ acabou. Neste briefing de inteligência, analisamos a ‘Materialidade da IA’: como a escassez de gigawatts e o controle chinês sobre minerais críticos (Gálio/Germânio) criaram um teto físico para a tecnologia. Descubra o ‘Paradoxo das Sanções’ que acelerou a eficiência chinesa e por que o Brasil é o único ‘Swing State’ capaz de destravar esse gargalo global até 2030.

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  • Capital Retido nos Veículos Elétricos: O Alerta Global para o Brasil

    Capital Retido nos Veículos Elétricos: O Alerta Global para o Brasil

    Uma análise estratégica sobre o fenômeno do Stranded Capital (Capital Retido) na indústria automotiva global. O artigo correlaciona o cenário de ociosidade industrial e perdas bilionárias nos EUA com as metas de neoindustrialização do Brasil estabelecidas pelo Programa Mover. O texto explora como a rota do híbrido flex e o uso da biomassa atuam como mitigadores de risco financeiro e reputacional em um cenário de alta volatilidade regulatória.

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  • O Paradoxo de US$ 10 Trilhões: O Texas como Laboratório da Infraestrutura Crítica para a Era da IA

    O Paradoxo de US$ 10 Trilhões: O Texas como Laboratório da Infraestrutura Crítica para a Era da IA

    Análise estratégica sobre a explosão de US$ 10 trilhões em solicitações de projetos para data centers no Texas e a emergência das infraestruturas elétricas privadas. O artigo explora o nexo entre Inteligência Artificial e energia firme, detalhando desde a dependência de gás e o projeto GW Ranch até a fronteira dos pequenos reatores modulares (SMR). Conclui com um paralelo crítico sobre as oportunidades e gargalos para o hub de IA no Brasil sob o regime do REDATA.

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  • Data centers, gás natural e renováveis: o dilema da energia firme na era da IA

    Data centers, gás natural e renováveis: o dilema da energia firme na era da IA

    A expansão de data centers impulsionada por IA recoloca um dilema clássico sob nova pressão: contratar energia firme via gás natural (com possíveis ganhos de eficiência por cogeração e trigeração) ou atender exigências crescentes por energia renovável com rastreabilidade. O artigo organiza a discussão como um problema de arquitetura de risco — prazo de conexão, custo horário, reputação e regulação — e não como uma escolha binária de fonte. Com base em projeções recentes (Gartner 2025), evidências institucionais e técnicas no Brasil (ANEEL, EPE e GESEL/UFRJ em 2025), e metodologia de planejamento por cenários (E3 2025), propõe um caminho híbrido:…

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  • Infraestrutura Crítica para Data Centers: Sustentabilidade Digital com PPAs, BESS e Resfriamento Líquido

    Infraestrutura Crítica para Data Centers: Sustentabilidade Digital com PPAs, BESS e Resfriamento Líquido

    Data centers e indústrias de missão crítica passaram a operar como “subestações digitais”: energia, calor e governança agora determinam continuidade operacional e competitividade. O artigo conecta descarbonização de Escopo 2 via PPAs/ACL e autoprodução à necessidade de resfriamento avançado (liquid cooling) em alta densidade e à resiliência com BESS, destacando trade-offs de CAPEX/OPEX e exigências de dados auditáveis. O fechamento estrutura recomendações por horizonte (90/180/12 meses) e reforça o papel de auditorias independentes e security by design (IEC 62443) para reduzir risco reputacional e operacional.

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