Sinais críticos. Cenários claros.
Briefings estruturados para transformar mudanças em energia, tecnologia, inteligência artificial, regulação, infraestrutura e capital em leitura executiva, cenários prospectivos e ações recomendadas.
Cada briefing responde cinco perguntas: o que mudou, por que importa, quais sinais sustentam a análise, quais cenários podem emergir e quais decisões devem entrar na agenda executiva.
-
As mais inovadoras de TI: Google, Apple, Amazon e Microsoft
Uma pesquisa da TechPro publicada em abril de 2015, apontou as empresas de TI mais inovadoras. A pesquisa envolveu 363 tomadores de decisão de várias empresas de setores diferentes. Interessante observar que duas empresas, Google e Amazon, foram criadas na era da Internet e as outras, Apple e Microsoft, foram disruptivas na sua época, com o lançamento dos computadores pessoais. A característica comum entre elas é que nasceram com uma visão de inovação e continuam até hoje.
·
-
A guerra dos sistemas operacionais para IoT
A Huawei anunciou seu sistema operacional para IoT no dia 20 de maio, o LiteOS consume apenas 10kB. Segundo a Huawei, gigante chinesa de equipamentos de telecomunicações, ela não pretende fabricar dispositivos de hardware para IoT, entretanto, quer participar ativamente no mercado que prevê a existência de 100 bilhões de dispositivos IoT em 2025. A Google está desenvolvendo o seu sistema operacional de codinome “Brillo”, desenhado para operar com baixo consumo de energia e poucos recursos dos dispositivos de IoT. O sistema operacional deverá consumir entre 32MB e 64MB de RAM. A Microsoft deverá ter uma versão do Windows 10…
·
-
DCIM e a integração das equipes de data centers e facilities
A gestão dos serviços de TI e telecomunicações está bem resolvida com frameworks internacionais como Cobit, ITIL, ISO 20.000 e outros. A gestão das facilities é apoiada por boas práticas de manutenção e frameworks ISO 9001, ISO 50.001 e outras. Entretanto, raramente, encontramos na operação dos data centers uma sinergia e práticas integradas e automatizadas dos processos de TI e facilities. Essa falta de integração e automação de processos leva a erros humanos e redução da disponibilidade dos serviços. O desafio é grande, pois essas áreas são gerenciadas por equipes e linhas de comando diferentes. Cada uma buscando resultados distintos,…
·
-
Nuvem híbrida a arma da Microsoft e IBM contra a Amazon e Google
A Amazon Web Services (AWS) e a Google utilizam suas próprias infraestruturas de data centers para vender serviços para Cloud Computing para o mercado. Com preços extremamente atrativos e pioneiros no mercado obtiveram vantagens competitivas sobre os tradicionais fornecedores de ambientes de processamento on-premise, como a Microsoft e IBM. Tanto a Microsoft com o Azure e a IBM com as aquisições da Softlayer e a liberação de serviços do seu supercomputador Watson estão correndo atrás da AWS e Google. Entretanto, tanto IBM como Microsoft têm uma vantagem nessa briga. Ambas, conseguem oferecer serviços de nuvem híbrida. Essa facilidade pode ser…
·
-
Sensores wireless para medir temperatura e umidade em data centers
Uma solução para monitorar a temperatura e umidade dos data centers é usar sensores wireless. Essa solução permite centralizar a monitoração de todos os espaços dos prédios, especialmente do data centers que são grandes consumidores de energia e precisam ter temperaturas e umidade controladas. Ocorre que muitas instalações usam diferentes sistemas de automação (BAS – Building Automation System) que apresentam os dados de forma individualizada, dificultando o acompanhamento integrado. Ainda, alguns desses sistemas usam displays que precisam ser lidos e registrados em planilhas pelos técnicos de manutenção. A monitoração integrada através de sensores wireless permite a redução do PUE (Power…
-
A atual politica de TI brasileira decretará o fim da indústria nacional
A atual política de importação de bens e serviços, a não participação nas cadeias globais de valor (CGVs), a opção por focar o comércio internacional com parceiros latino-americanos e a não participação do Acordo de Tecnologia da Informação (ATI) decretarão o fim das empresas nacionais. Ao contrário de outros países latino-americanos (México, Chile, Colômbia, Peru, Uruguai entre outros) que estão estabelecendo acordos bilaterais e aderindo a acordos de comércio internacionais, como a Aliança do Pacífico, o Brasil continua adotando políticas protecionistas com o falso argumento de incentivar a indústria nacional. O fato é que essa política está nos distanciando do…
