Autor: Eduardo Fagundes

  • Carro elétrico de 0 a 100 km/h em 3 segundos

    O FFZERO1 da Faraday Future pode chegar a 320 km/h. Uma performance para concorrer com os carros movidos a combustível fóssil, atualmente. O carro tem apenas um lugar. Segundo as informações tem acabamento interno com novos materiais. A empresa recebeu um pesado investimento chinês (sim, eles estão em todas) e serve como base para outros carros elétricos da empresa.

    Com isso, os carros elétricos estão ganhando espaço no cotidiano das pessoas e em pouco tempo substituirão os carros com motores poluidores da época de Henry Ford. Na verdade, é um retorno aos primeiros carros que eram elétricos. O primeiro protótipo foi de 1867 do inventor austríaco  Franz Kravogl. Depois em 1884 um outro carro elétrico foi apresentado pelo inventor inglês Thomas Parker que já demonstrava preocupações com a poluição do meio ambiente em Londres. (veja a foto do carro de Parker)

    Thomas_Parker_Electric_car

    Agora, imaginem se a ideia do carro elétrico pegasse no século retrasado. Hoje teríamos uma geração espetacular de carros elétricos, as cidades não entrariam em situação de emergência devido a poluição dos carros, o petróleo seria utilizado para finalidades mais nobres, a temperatura da Terra não estaria sob risco, teríamos evitados conflitos entre países pelo  domínio do petróleo e muitas crises econômicas poderiam ter sido evitadas. Caramba! Se pudéssemos voltar no tempo…

  • Nova tecnologia sustentável para aviões 

    As companhias aéreas americanas poderão economizar mais de US$250 bilhões com uma nova tecnologia desenvolvida pela NASA nos últimos seis anos. O projeto foi desenvolvido pelo ERA (Environmentally Responsible Aviation) pode reduzir o consumo de combustível pela metade, a poluição em 75% e cerca de um oitavo dos níveis de ruído atuais. 
    Mais detalhes no artigo da NASA [clique aqui]

      

  • Análise de risco empresarial e a exploração de Marte

    Uma das opções de continuidade da espécie humana é a colonização de Marte. Infelizmente, isso não é coisa de ficção científica. As simulações do aumento da temperatura da Terra devido às mudanças climáticas preveem situações extremas a partir de 2070. Isso deve alterar significativamente a produção de alimentos, acelerará a extinção das espécies e tornará a vida para os humanos bem diferente que conhecemos hoje.

    Com as novas tecnologias de tratamento de grandes volumes de dados (Big Data) e o aumento exponencial da capacidade de processamento com novos estilos de computação, como Cloud Computing, as previsões do clima estão cada vez mais precisas. Isso se avalia fazendo comparações com climas do passado que conhecemos.

    Recetentemente, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que o podemos fazer é retardar o inevitável com ações de proteção do meio ambiente. Não é a toa que os americanos investem na exploração de Marte. Agora os europeus.

    Exploração de Marte

    A mudança climática é uma realidade incontestável. As ações do homem apenas estão acelerando o ciclo do clima na Terra. Já estão sentindo seus efeitos com mudanças extremas do clima com o El Niño, provocando enchentes jamais vistas e secas prolongadas em outras regiões. As secas provocam incêndios em florestas, acelerando o desmatamento de grande regiões.

    No passado as análises de risco empresariais não se consideravam as mudanças climáticas. Hoje é mandatório para avaliar a viabilidade econômica de projetos, incluindo a construção de novas fábricas, exploração de novos mercados e processos de produção.

    O fato é que precisamos rever nossas estratégias empresárias e de vida considerando as mudanças do clima.

  • O começo do fim dos telefones celulares

    Já passamos pela era dos telefones fixos. Hoje uma boa parte das pessoas utiliza os celulares para todas as ligações pessoais e profissionais. O polêmico WhatsApp, que permite ligações entre celulares via Wi-Fi, já está tirando receita das operadoras de telefonia móvel. Agora com o avanço da Internet gratuita nas ruas das cidades está decretado o fim da telefonia móvel no modelo que conhecemos hoje.

    A cidade de Nova York nos Estados Unidos iniciou a instalação de pontos de Wi-Fi em toda a cidade em totens com propaganda, no lugar dos telefones públicos, os “orelhões”. Isso significa que a cobertura de Wi-Fi será abrangente o suficiente para as pessoas utilizarem a Internet, gratuitamente, e fazer ligações entre celulares sem custo.

    No Brasil, a Anatel tem um projeto para transformar os 300.000 pontos de telefones públicos em hotspots de Internet gratuita. O projeto piloto deve (ou deveria) iniciar no Rio de Janeiro com as Olimpíadas.

    E agora José? Como as operadoras de telefonia, fixa e móvel, ganharão dinheiro para manter suas infraestruturas e as licenças de concessão? Definitivamente, o modelo de negócio das empresas de telecomunicações deve mudar.