Autor: Eduardo Fagundes

  • Mercado resiste a Dilma e busca opções

    O jornal O Estado de São Paulo ouviu dez influentes integrantes do mercado financeiro. Eles disseram unanimemente ter fortes resistências a Dilma Rousseff, em especial, a seu ministro da Fazenda, Guido Mantega. O “mercado” divide suas preferências na eleição presidencial do ano que vem entre Aécio Neves e Eduardo Campos, mesmo fazendo ressalvas aos dois.

    Apesar da resistência à presidente e, especificamente, ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, os integrantes do mercado avaliam que Dilma vencerá a eleição. E no 1.º turno. Aécio e Campos já buscam aproximação com o mercado, tradicional financiador de campanhas. Neste ano, os dois se reuniram com donos de bancos e gestores de fundos. Dilma, que manteve pouco diálogo com o setor nos dois primeiros anos de mandato, acatou conselho de Lula e, a partir de janeiro, começou a conversar com banqueiros no Planalto.

    Dilma desperta mais restrição no mercado que Lula. Após anos de desconfiança mútua, o petista começou a mudar o paradigma em 2002, quando prometeu honrar os contratos por meio da Carta ao Povo Brasileiro. “Lula foi fantástico para pobres e ricos. Dilma, nem para ricos nem para pobres, que estão vendo a inflação corroer salários”, disse o dono de um fundo de investimento.

  • BNDES abandonou a política de criação de empresas “campeãs nacionais”

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abandonou a controvertida política de criação de “campeãs nacionais”. A promoção da competitividade de grandes empresas de expressão internacional é uma agenda que foi concluída, segundo o presidente Luciano Coutinho.

    Ele afirma que a política tinha “méritos” e chegou “até onde podia ir”, porque o número de setores em que o País tem potencial para projetar empresas líderes é “limitado”. Ele citou os segmentos de petroquímica, celulose, frigoríficos, siderurgia, suco de laranja e cimento. “Não enxergo outros com o mesmo potencial”, afirmou.

    Coutinho estima que a taxa de investimento chegará a 20% do Produto Interno Bruto em 2014, o que significaria uma “retomada”, ainda que distante dos 25% considerados ideais. E prevê que o PIB pode crescer “tranquilamente” 4,5% no ano que vem.

  • 21 de Abril, Dia do Inconfidente Tiradentes

    Recomendo uma leitura na biografia do alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Comentar com os filhos. Traçar um paralelo do Brasil na época do Império e dos dias atuais. Bom exercício de cidadania, reflexão e preservação da nossa história.

    Para uma leitura rápida: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes

  • BOYD, um novo desafio para a segurança de TI

    BOYD permite o uso de computadores pessoais no ambiente corporativo. Essa forma de acesso já produziu a queda de vendas de computadores corporativos. A Dell está sofrendo com essa queda de vendas. A questão é o controle da segurança lógica.

    Uma solução é portar todos os aplicativos em servidores e deixar apenas o nível de apresentação nos equipamentos remotos. Essa solução reduz o risco de vírus, perda de dados e outras vulnerabilidades dos computadores pessoais.

    BOYD deve entrar definitivamente na agenda dos CIOs.