Ponto de Vista · Coluna

O que eu penso sobre o que está acontecendo.

Tecnologia, energia e gestão no ritmo da notícia. Aqui escrevo em primeira pessoa: uma tese por texto, com a experiência de quem lidera projetos de engenharia, P&D, educação e impacto social, acompanha o tema em congressos no Brasil e no exterior, e com opinião declarada. Quando o tema pede dados, o Radar xTech aprofunda; quando pede método, os artigos técnicos e os e-books.

Eduardo Mayer Fagundes
Eduardo Mayer FagundesCEO da nMentors Engenharia · fundador e curador do think tank efagundes.comProjetos de P&D, educacionais e sociais · palestrante em congressos nacionais e internacionais · fonte da Rede Globo, g1, CNN e Gama Revista (UOL)Foi CIO da AES Eletropaulo, gerente de sistemas e infraestrutura de TI da Ford South America e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Uma teseum argumento por texto, sem rodeio
Leitura rápidacerca de cinco minutos
Opinião declaradaanálise técnica, não parecer

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  • Curtailment de 40 GW expõe fragilidade do despacho renovável no Brasil

    Curtailment de 40 GW expõe fragilidade do despacho renovável no Brasil

    O sistema elétrico brasileiro entrou em uma nova fase de complexidade. A expansão acelerada de fontes renováveis reduziu o custo marginal da energia, mas expôs uma fragilidade estrutural: sem transmissão, armazenamento e flexibilidade operacional, parte relevante da geração limpa pode ser desperdiçada. A possibilidade de cortes de até 40 GW de geração renovável entre 2027 e 2030 muda a lógica de investimento, contratação e operação. O valor econômico desloca-se da simples produção de energia para a capacidade de armazenar, modular, prever e despachar energia no momento correto.

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  • A nova precificação da energia expõe o risco estratégico do armazenamento no Brasil

    A nova precificação da energia expõe o risco estratégico do armazenamento no Brasil

    A nova precificação da energia no Brasil, com mudanças nos modelos NEWAVE e DECOMP usados no cálculo do PLD, ocorre no mesmo momento em que integradores chineses concentram 76% do mercado global de BESS. Essa convergência altera a lógica de investimento em armazenamento, geração renovável, data centers de IA e infraestrutura crítica. O briefing analisa os impactos para geradores, consumidores livres, investidores, conselhos, áreas jurídicas e empresas de tecnologia. A conclusão é direta: energia deixou de ser apenas custo operacional e passou a ser vetor estratégico de competitividade, risco regulatório, segurança de cadeia e soberania digital.

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  • Armazenamento, capital seletivo e IA pressionam infraestrutura crítica

    Armazenamento, capital seletivo e IA pressionam infraestrutura crítica

    O ciclo de 6 de julho de 2026 mostra uma mudança relevante na agenda de infraestrutura crítica: o armazenamento de energia deixou de ser apenas promessa tecnológica e passou a ocupar o centro da decisão regulatória, financeira e operacional. O Radar xTech monitorou 227 sinais, 45 fontes e 5 países, com destaque para EnergyTech, financiamento de infraestrutura, data centers de IA, resiliência climática e governança tecnológica. O ponto central é simples: a janela de oportunidade existe, mas será capturada apenas por empresas capazes de combinar engenharia, capital, regulação, tecnologia e execução em ciclos de decisão mais curtos.

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  • Infraestrutura crítica entra na era da execução: energia barata, data centers e IA ofensiva mudam o risco empresarial

    Infraestrutura crítica entra na era da execução: energia barata, data centers e IA ofensiva mudam o risco empresarial

    O Radar xTech de 3 de julho de 2026 capturou um ciclo de inflexão: renováveis já superam fontes fósseis em competitividade econômica, mas a execução dos projetos passa a depender de transmissão, contratos, armazenamento, minerais críticos e segurança digital. A expansão de data centers em São Paulo pressiona a infraestrutura elétrica antes da conclusão das obras de rede, enquanto ataques autônomos com IA elevam o risco cibernético em infraestrutura crítica. O novo diferencial competitivo não está apenas no menor custo da tecnologia, mas na capacidade de conectar, proteger, financiar e executar projetos em ambientes complexos.

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  • A nova corrida pela infraestrutura estratégica brasileira

    A nova corrida pela infraestrutura estratégica brasileira

    A infraestrutura brasileira entrou em uma nova fase, onde o debate deixou de ser apenas sobre a expansão isolada de setores. A competitividade nacional agora exige uma integração profunda entre o armazenamento de energia em baterias (BESS), o avanço dos combustíveis sustentáveis como o bioQAV, e o suporte à infraestrutura digital exigida pela inteligência artificial através de data centers. Embora o Brasil possua recursos naturais abundantes e tradição em biocombustíveis, o país enfrenta o risco de perder investimentos devido à fragmentação institucional e atrasos regulatórios. Este artigo analisa os cenários para os próximos meses e destaca que investidores, empresas de…

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  • Petrobras reentra na transição energética e expõe o gargalo de capital da infraestrutura brasileira

    Petrobras reentra na transição energética e expõe o gargalo de capital da infraestrutura brasileira

    A aprovação do investimento de aproximadamente US$ 1,2 bilhão pela Petrobras para a produção de BioQAV e diesel renovável reposiciona a estatal na transição energética e altera a dinâmica competitiva no Brasil. Contudo, este ciclo evidencia que a captura de valor pelo mercado não dependerá apenas da disponibilidade técnica dos projetos. O diferencial competitivo agora está na superação de gargalos estruturais: a arquitetura de financiamento e proteção cambial em um cenário de juros altos, a execução e bancabilidade dos sistemas de armazenamento (BESS) após a nova regulamentação da ANEEL, e a certificação internacional de baixo carbono exigida pelos mercados externos.…

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  • Rede elétrica, carbono e IA: a nova economia de acesso da infraestrutura brasileira

    Rede elétrica, carbono e IA: a nova economia de acesso da infraestrutura brasileira

    O Brasil entra na “nova economia de acesso”. O gargalo para novos projetos deixou de ser o capital financeiro e passou a ser a conexão física à rede elétrica, a rastreabilidade do carbono para exportações e a infraestrutura digital para Inteligência Artificial. Descubra como essa convergência redefine a competitividade e quais decisões integradas os conselhos e diretorias precisam tomar nos próximos 90 a 180 dias.

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